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EM ANDAMENTO

Obras do novo Hospital Julio Muller entram na fase de drenagem do terreno

Da Redação com Assessoria

A construção do novo Hospital Julio Muller está em fase de execução da drenagem do terreno. As obras foram retomadas pelo Governo de Mato Grosso em novembro de 2021, após mais de seis anos de paralisação.

A área da nova unidade tem 147 hectares e está localizada no km 16 da MT-040, entre Cuiabá e Santo Antônio de Leverger. De acordo com a Secretaria Adjunta de Obras Especiais da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), os serviços seguem dentro do cronograma de execução e são fundamentais para preparar o terreno e garantir a qualidade da obra.

A ordem de serviço para o início das obras foi assinada no dia 03 de novembro de 2021. O secretário adjunto de Obras Especiais, Isaac Nascimento Filho, explica que a licitação do hospital foi realizada no modelo de Regime Diferenciado de Contratação Integrada (RDCi), no qual a empresa vencedora é responsável por elaborar os projetos e depois executar as obras.

Após a conclusão do processo licitatório em dezembro de 2020, os projetos começaram a ser elaborados em janeiro de 2021. “Foi feito um escaneamento da estrutura toda e esse levantamento constatou que a construção que está lá hoje está preservada e vai ser aproveitada”, explica Isaac.

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A obra é executada pelo Consórcio JL-MBM e tem previsão de ser concluída até o fim de 2024. Realizada em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a obra está orçada em R$ 207,4 milhões, sendo 50% em recursos próprios do Governo de Mato Grosso e outros 50% da União.

Com um total de 58,5 mil metros quadrados de área construída, o novo hospital será o maior de Mato Grosso, com 228 leitos de internação, 68 leitos de repouso, 63 leitos de UTI, sendo 18 pediátricos 25 neonatais, além de 12 centros cirúrgicos, 85 consultórios, 45 salas de exame, 21 salas para banco de sangue e triagem.

“O novo Hospital Universitário Júlio Müller é mais uma obra fundamental para o estado de Mato Grosso e que o governador Mauro Mendes colocou como uma das prioridades de sua gestão”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.

Histórico

As obras do novo Hospital Universitário Júlio Muller começaram em 2012 e estavam previstas para serem entregues em 2014, antes da Copa do Mundo, quando a unidade serviria de apoio para os visitantes da cidade. Devido ao não cumprimento do cronograma, o contrato com a antiga empresa foi rescindido em 2014, com apenas 9% do projeto executado e a obra permaneceu paralisada desde então.

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A atual gestão assumiu todos os projetos do hospital, que precisaram ser refeitos. A licitação foi lançada em maio de 2020 e teve seu resultado publicado em dezembro, com o consórcio JL-MBM sendo declarado vencedor.

A UFMT será responsável pela gestão do hospital, a partir da sua entrega. Além de atender a população da baixada cuiabana, o novo Júlio Muller terá importante papel para a formação acadêmica na área de saúde.

A retomada das obras do novo Hospital Universitário Júlio Muller faz parte do programa Mais MT, sendo classificada pelo governador Mauro Mendes como uma de suas principais ações e uma virada de página na história de obras paralisadas em Mato Grosso.

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SAÚDE

Testes de Covid custam até R$ 150 nas farmácias de MT

Folhamax

O Procon, órgão de fiscalização ao consumidor, não identificou em Mato Grosso a cobrança de valores abusivos para realização de testes do novo coronavírus.

Até o momento, apesar da intensa procura por conta da alta de contaminação registrada nos últimos dias pela onda gripal que engloba o novo coronavírus, a variante ômicron e a Influenza, não foi identificado nenhuma cobrança anormal.

Os testes rápidos são vendidos nas farmácias e dura em torno de 10 a 30 minutos e não precisa ser submetido a laboratório para colher o resultado. Nas farmácias de Cuiabá e Várzea Grande, o preço varia de R$ 90 a R$ 150.

O coordenador de fiscalização do Procon, Ivo Vinicius Firmo, relatou que a normalidade dos preços em Mato Grosso está dentro da realidade. “Monitoramos desde o final do ano passado uma variação de preços, mas nada que seja considerado abusivo”, relatou.

O assessor jurídico do Sincofarma (Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos), informou que a recomendação às 1,8 mil farmácias de Mato Grosso é que evitem preços abusivos para não sofrer sanções do Procon. “A única alteração que pode ocorrer nos preços é se for comercializado um produto com origem mais cara. Do contrário, os preços serão mantidos no patamar atual”, destacou.

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