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Política

Silval afirma que Taques foi de pai da moralidade a criminoso

Primeiro ex-governador de Mato Grosso a ser preso, Silval Barbosa tem compartilhado seus conhecimentos sobre política com a imprensa do estado. A última avaliação dele foi em relação ao seu sucessor, Pedro Taques (PSDB) que, segundo Silval, teria passado de pai da moralidade a criminoso.

 

O ex-governador afirma que Taques, como muitos que chegam ao poder, se disfarçam de “paladinos da moralidade”, mas depois começa a aparecer a verdade.

 

“Eu falei na minha delação, eu fiz acordo com o Pedro Taques. Eu arrumei, via JBS, dinheiro para a campanha dele, está no meu acordo. Todo mundo fala. É só ler e ver. Está se comprovando tudo de errado que ele fez, está fazendo e o que vai aparecer ainda”, explica Silval.

 

A descoberta de casos como os de Taques e, mais recentemente, da senadora Selma Arruda (PSL) seriam positivos para o estado, na visão do ex-governador. “Isso é bom para Mato Grosso, vai passando a limpo. Eu espero que a minha colaboração, pelo menos mostrou a imprensa aí, que o Estado já recuperou mais de R$ 2 bilhões, fruto da nossa colaboração”.

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Ele espera que o seu caso sirva de exemplo para que a classe política não volte a cometer os mesmos erros. “Isso não é só o dinheiro, tem que também mudar a cabeça de quem está no poder e daqui para frente. Tem que levar a sério mesmo. É isso. Hoje eu reconheço, me arrependo, peço desculpas para a população”.

 

Para Silval, a questão não é só reconhecer o erro, mas também pagar pelo que fez, o que ele diz estar fazendo através do acordo de colaboração premiada. “Quando você erra, assume que erra e quer contribuir, tem que ser como pedagógico pelo menos, tudo aquilo que fez de errado para que as pessoas não venham a cometer os mesmos erros”.

 

Outro lado

O ex-governador Pedro Taques foi contatado via telefone, mas não atendeu ou retornou às ligações.

 

Crédito: Gazeta Digital

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Política

Temer se encontra primeiro-ministro interino do Líbano

O ex-presidente Michel Temer, chefe da missão brasileira no Líbano, se reuniu hoje (14) com o primeiro-ministro interino do Líbano, Hassan Diab. O encontro faz parte das tratativas do governo brasileiro na ajuda ao país do Oriente Médio. Durante o encontro, a delegação brasileira expressou solidariedade do povo brasileiro ao povo libanês e se mostrou pronta para ajudar o Líbano.

A delegação brasileira chegou ontem (13) ao país. A delegação chefiada por Temer foi recebida no Aeroporto Internacional de Beirute por autoridades locais, lideranças religiosas e por integrantes da Força-Tarefa Marítima Unifil, missão de paz da Organização das Nações Unidas (ONU).

Ainda no aeroporto, Temer presidiu a Cerimônia de Entrega Oficial da Ajuda Humanitária ao Líbano. Em seu discurso, anunciou que milhares de toneladas de alimentos vindas do Brasil chegarão ao país por via marítima. “O povo brasileiro está muito empenhado em ajudar o Líbano. Estamos trazendo, agora, seis toneladas de alimentos e medicamentos. Mais 4 mil toneladas de arroz virão por via marítima. Além disso, a comunidade libanesa me comunicou, hoje [quinta-feira] pela manhã, que ainda há mais 20 toneladas arrecadadas”, disse o ex-presidente brasileiro.

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A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), deixou o Brasil com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, levou os integrantes da comitiva.

Além de Temer, chefe da missão e filho de libaneses, compõem a missão os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, além do secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, dentre outros.

Crise

A explosão em Beirute, no dia 4 de agosto, sentida a 240 quilômetros (km) de distância, ocorreu em um período sensível para o Líbano, que vive crescente crise econômica e divisões internas, enquanto lida com os danos provocados pela pandemia da covid-19.

Os últimos tempos têm sido marcados por manifestações nas ruas do país contra o modo como o governo lida com aquela que é considerada a pior crise econômica desde a guerra civil de 1975-1990.

O Líbano, que tem uma dívida pública de US$ 90 bilhões, importa a maioria da sua comida, e o porto de Beirute, fundamental no armazenamento dessas importações, está agora destruído.

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As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes.

No dia 10 de agosto o primeiro-ministro, Hassan Diab, renunciou após protestos da população. Ele e seu gabinete, no entanto, continuam no cargo até a formação de um novo governo.

Fonte: EBC Internacional

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