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PROPOSTA

Projeto prevê a criação de linhas de crédito para pequenas igrejas

O Projeto de Lei 1957/21 prevê a criação, pelas instituições financeiras públicas federais, de linhas de crédito para as pequenas igrejas. A proposta, do deputado Marcelo Brum (PSL-RS), tramita na Câmara dos Deputados.

O projeto não detalha o financiamento previsto, mas esclarece que serão beneficiadas as pequenas igrejas, de qualquer culto, inscritas no Cadastro Nacional na Pessoa Jurídica (CNPJ), cujo valor recebido no ano-calendário anterior a partir de doações e das demais receitas de qualquer natureza seja inferior a R$ 4,8 milhões.

Marcelo Brum observa que as restrições resultantes das recomendações para evitar a propagação da Covid-19 acarretaram expressiva retração nos dízimos e nas doações que permitem a prestação de serviços religiosos, gerando desafios para a manutenção das atividades das igrejas, sobretudo as menores.

“Nesse grave contexto, é adequado e oportuno que existam linhas de crédito por parte das instituições financeiras públicas federais direcionadas às pequenas igrejas, que têm uma relevante função social a cumprir, de maneira a viabilizar sua existência inclusive para que, em breve, as obrigações assumidas sejam tempestivamente adimplidas”, afirma o autor da proposta.

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Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub

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Política

“Não existe nenhuma vontade minha de demiti-lo”, diz Bolsonaro sobre Paulo Guedes

O presidente Jair Bolsonaro concedeu entrevista à revista Veja nesta quinta-feira (23) e mostrou que confia na linha do ministro da Economia, Paulo Guedes. O chefe do Executivo federal reconhece que a Economia patina, mas não culpa o ministro pela inflação e pela alta do dólar, por exemplo.

“Não existe nenhuma vontade minha de demiti-lo. Vamos supor que eu mande embora o Paulo Guedes hoje. Vou colocar quem lá? Teria de colocar alguém da linha contrária à dele, porque senão seria trocar seis por meia dúzia. Ele iria começar a gastar, e a inflação já está na casa dos 9%, o dólar em 5,30 reais”, disse Bolsonaro.

O braço direito do presidente se mantém indemissível no cargo. No momento, sua maior preocupação é resolver o “meteoro” dos precatórios, que somam R$ 89,1 bilhões, para abrir espaço fiscal e ampliar o Orçamento do Auxílio Brasil.

O benefício deve pagar R$ 300, como foi confirmado por Bolsonaro na entrevista, mas ele mantém firme o compromisso com a responsabilidade fiscal.

“Na economia você tem que ter responsabilidade, o que se pode gastar, respeitando o teto de gastos. Se não fosse a pandemia, estaríamos voando na economia. A inflação atingiu todo mundo, mas a melhor maneira de buscarmos a normalidade e baixar a inflação é o livre mercado”, finalizou o presidente.

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