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BEBIDA E DIREÇÃO

Operação Lei Seca prende 10 pessoas e autua 76 motoristas na MT-010

Gov MT – Assessoria

Durante a 52ª edição da Operação Lei Seca, 10 pessoas foram presas por dirigirem sob efeito de álcool. A ação ocorreu na noite deste domingo (03.10), na MT-010, bairro Ribeirão do Lipa, em Cuiabá. Foram realizados 124 testes de alcoolemia (bafômetro).

A operação também registrou 76 Autos de Infração de Trânsito (AITs), dos quais 27 foram por conduzir o veículo sem registro ou não licenciado, 18 por dirigir sob influência de álcool, oito por conduzir o veículo sem possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e 23 por motivos diversos.

Ainda no período, 39 veículos foram removidos, sendo 35 carros e quatro motos. Os policiais também recolheram 16 Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) e três Certificados de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLVs).

Foram lavrados seis Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs), por descumprimento ao Art.32 da Lei de Contravenções Penais (LCP), ou seja, dirigir sem a devida habilitação.

A Lei Seca é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT). Participaram desta edição a Polícia Militar (PM-MT), por meio do Batalhão de Trânsito (BPMTRAN); Polícia Judiciária Civil (PJC-MT), por meio da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran); Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT); Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob) e o Serviço de Operações Especiais (SOE) do Sistema Penitenciário.

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(Com supervisão de Julia Oviedo)

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Polícia

PF faz operação de combate à facção que financiava tráfico, contrabando de agrotóxicos e roubo de cargas em MT

Da redação Só Notícias

A Polícia Federal desencadeou, há pouco, a Operação Argentarius para desestruturar uma organização criminosa que atuava como um banco paralelo financiando atividades criminosas como tráfico de drogas, contrabando de agrotóxico, roubo e adulteração de carga de insumos agrícolas. Estão sendo cumpridos 29 mandados de busca e apreensão em Rondonópolis, Cuiabá, Paranavaí (PR) e Santana do Araguaia (PA).

As investigações mostraram que foram movimentados R$ 500 milhões. Apenas entre os dois principais alvos as movimentações superaram 220 milhões. Foi constatado que os valores movimentados e os bens são incompatíveis com a renda declarada pelos envolvidos aumentando as suspeitas de que sejam produto de atividades criminosas.

Também foi confirmada durante investigação, a existência de laranjas que emprestavam suas contas para que ocultar a origem e destino dos valores. Da mesma forma, essas pessoas não possuem poder econômico para tais movimentações. Além de várias empresas de fachada, as quais não possuíam nenhum funcionário registrado e indicavam endereços inexistentes.

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