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INCONSEQUÊNCIA

Motorista é flagrado bêbado pela PM transportando mulheres na janela do veículo

Da Redação com Assessoria

Na madrugada deste quarta-feira (24.11), um homem de 26 anos foi preso em flagrante pelo 5º Batalhão por embriaguez ao volante, na região central de Rondonópolis. O suspeito foi visto transportando passageiras sentadas na janela do carro.  

Durante patrulhamento, a equipe da Polícia Militar visualizou um carro com algumas passageiras se equilibrando nas portas do automóvel trafegando pela avenida Marechal Rondon. Os policiais abordaram o veículo e constataram que o grupo de pessoas havia deixado um bar após fazer ingestão de bebida alcoólica e uso de narguilé. 

Os policiais verificaram que o condutor do veículo estava com sinais de embriaguez. O suspeito foi submetido ao teste do etilômetro que apontou 0,38 MG/L de álcool no sangue. O motorista recebeu voz de prisão e o carro foi apreendido. A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia da Polícia Judiciária Civil.  

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Polícia

PF faz operação de combate à facção que financiava tráfico, contrabando de agrotóxicos e roubo de cargas em MT

Da redação Só Notícias

A Polícia Federal desencadeou, há pouco, a Operação Argentarius para desestruturar uma organização criminosa que atuava como um banco paralelo financiando atividades criminosas como tráfico de drogas, contrabando de agrotóxico, roubo e adulteração de carga de insumos agrícolas. Estão sendo cumpridos 29 mandados de busca e apreensão em Rondonópolis, Cuiabá, Paranavaí (PR) e Santana do Araguaia (PA).

As investigações mostraram que foram movimentados R$ 500 milhões. Apenas entre os dois principais alvos as movimentações superaram 220 milhões. Foi constatado que os valores movimentados e os bens são incompatíveis com a renda declarada pelos envolvidos aumentando as suspeitas de que sejam produto de atividades criminosas.

Também foi confirmada durante investigação, a existência de laranjas que emprestavam suas contas para que ocultar a origem e destino dos valores. Da mesma forma, essas pessoas não possuem poder econômico para tais movimentações. Além de várias empresas de fachada, as quais não possuíam nenhum funcionário registrado e indicavam endereços inexistentes.

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