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"VOVÔ DO CRIME"

Idoso investigado por 50 furtos no transporte coletivo é preso em Várzea Grande

Da Redação com Assessoria

Policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf) prenderam na manhã desta quarta-feira (24.11) um idoso de 62 anos investigado por aproximadamente 50 furtos a vítimas em ônibus do transporte público em Várzea Grande.

O suspeito é considerado um batedor de carteira profissional e há alguns meses vinha sendo investigado pela delegacia especializada, que representou pela prisão preventiva, deferida pelo juízo da 4ª Vara Criminal de Várzea Grande.

Entre janeiro e outubro deste ano, a Derf estima que o ‘vovô do crime’ tenha praticado cerca de 50 furtos, agindo com destreza no interior dos ônibus do transporte público.

Ele agia no terminal André Maggi e também dentro dos ônibus que fazem as linhas Terminal X Alameda, Terminal X São Benedito e Terminal X Asa Bela.

Os investigadores da DERF apuraram que o homem aproveitava-se de sua aparência idosa para não levantar suspeitas, andando sempre bem vestido, às vezes com roupa social e óculos de grau.

Ele carregava, na maioria das vezes, uma pasta arquivo, que usava como parte da habilidade para praticar os furtos. O suspeito escolhia as vítimas, geralmente mulheres com bolsas, as aguardava subir no ônibus e entrava logo em seguida, colocando a pasta na frente para cobrir a bolsa da vítima e, sem que ninguém visse, colocava a mão debaixo da pasta e puxava de dentro da bolsa da vítima pertences pessoais, geralmente, celulares e carteiras.

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O criminoso escolhia como alvo os ônibus lotados, para que vítimas não percebessem o momento do roubo. Geralmente, as vítimas somente percebiam que haviam sido furtadas quando chegavam em casa.

Na delegacia, ele confessou diversos furtos e alegou ter jogado as carteiras das vítimas em um matagal, se recusando a informar o local exato onde deixou os pertences.

O idoso tem 29 registros criminais, sendo um por roubo, outro por tráfico de drogas e 27 registros por furto. Além dessas ocorrências, a Derf de Várzea Grande apura outras 50 ocorrências.

De acordo com a delegada Elaine Fernandes, mesmo com uma extensa ficha criminal, o suspeito continuava solto, praticando os furtos e com toda liberdade garantida. “Observa-se que essa convicção da impunidade faz os criminosos terem a certeza de que, de certa forma, o crime compensa. É de causar indignação que uma pessoa nessa idade, que deveria estar dando bons exemplos, esteja furtando trabalhadores que voltam cansados de um dia exaustivo de trabalho e, além de terem que utilizar um transporte público lotado, ainda acabam sendo vítimas de um criminoso contumaz”, destacou a delegada.

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Entre as vítimas do idoso, estão diaristas e funcionários de um frigorífico, situado no bairro Alameda, que relataram ainda estar pagando pelos aparelhos celulares que foram furtados, além do transtorno em ter que providenciar a segunda via dos documentos pessoais.

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Polícia

PF faz operação de combate à facção que financiava tráfico, contrabando de agrotóxicos e roubo de cargas em MT

Da redação Só Notícias

A Polícia Federal desencadeou, há pouco, a Operação Argentarius para desestruturar uma organização criminosa que atuava como um banco paralelo financiando atividades criminosas como tráfico de drogas, contrabando de agrotóxico, roubo e adulteração de carga de insumos agrícolas. Estão sendo cumpridos 29 mandados de busca e apreensão em Rondonópolis, Cuiabá, Paranavaí (PR) e Santana do Araguaia (PA).

As investigações mostraram que foram movimentados R$ 500 milhões. Apenas entre os dois principais alvos as movimentações superaram 220 milhões. Foi constatado que os valores movimentados e os bens são incompatíveis com a renda declarada pelos envolvidos aumentando as suspeitas de que sejam produto de atividades criminosas.

Também foi confirmada durante investigação, a existência de laranjas que emprestavam suas contas para que ocultar a origem e destino dos valores. Da mesma forma, essas pessoas não possuem poder econômico para tais movimentações. Além de várias empresas de fachada, as quais não possuíam nenhum funcionário registrado e indicavam endereços inexistentes.

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