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ENTRANDO NUMA 'ROUBADA'

Em Sorriso, empresário aluga carro roubado para entregar marmitas e acaba preso pela PRF

 

Por volta das 15 horas desta terça-feira (19), uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante fiscalização de rotina e policiamento na BR-163, no município de Sorriso-MT, deram ordem de parada a um veículo Jeep Renegade, de cor cinza, no km 733 da rodovia.

Em consulta ao sistema de informações da PRF, constava que o utilitário pertencia a uma locadora de veículos e possuía um boletim de ocorrência registrado no dia 24 de setembro de 2021, na 13ª Delegacia Distrital de Polícia Civil de Goiânia-GO.

Questionado sobre o fato, o condutor alegou que não sabia da situação irregular do veículo e que é empresário no município de Sorriso. Disse também que alugou o carro de um conhecido na cidade de Tangará da Serra-MT  para realizar entregas de marmitas na cidade.

A ocorrência foi encaminhada à delegacia da Polícia Civil de Sorriso para a realização das demais providências cabíveis.

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Polícia

PF faz operação de combate à facção que financiava tráfico, contrabando de agrotóxicos e roubo de cargas em MT

Da redação Só Notícias

A Polícia Federal desencadeou, há pouco, a Operação Argentarius para desestruturar uma organização criminosa que atuava como um banco paralelo financiando atividades criminosas como tráfico de drogas, contrabando de agrotóxico, roubo e adulteração de carga de insumos agrícolas. Estão sendo cumpridos 29 mandados de busca e apreensão em Rondonópolis, Cuiabá, Paranavaí (PR) e Santana do Araguaia (PA).

As investigações mostraram que foram movimentados R$ 500 milhões. Apenas entre os dois principais alvos as movimentações superaram 220 milhões. Foi constatado que os valores movimentados e os bens são incompatíveis com a renda declarada pelos envolvidos aumentando as suspeitas de que sejam produto de atividades criminosas.

Também foi confirmada durante investigação, a existência de laranjas que emprestavam suas contas para que ocultar a origem e destino dos valores. Da mesma forma, essas pessoas não possuem poder econômico para tais movimentações. Além de várias empresas de fachada, as quais não possuíam nenhum funcionário registrado e indicavam endereços inexistentes.

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