Acesse outros veículos da Rede de Mídias!

EMANUELZINHO PINHEIRO

O que penso

Essa semana fiz o lançamento da minha campanha e hoje eu quero compartilhar com você a minha visão sobre Várzea Grande e o que nos espera pelos próximos anos.

Eu vejo VG como uma cidade em transformação. Uma cidade que tem um grande potencial, com pessoas dedicadas e honestas, e com condições para que todos tenham não somente o seu sustento garantido, mas também a qualidade de vida assegurada.

Essa minha visão não começou com a candidatura para prefeito. É o resultado de muitos anos convivendo entre realidades distintas, separadas apenas por um rio, em que uma cidade se tornou próspera e mais acolhedora, enquanto a outra sofre com problemas de primeira ordem, como a falta de um abastecimento de água, a ausência de unidades de saúde, o pequeno número de espaços de convivência e lazer para as famílias e, não menos importante, a falta de oportunidades que levem para a mesa de todos a dignidade.
Não entendo uma cidade apenas como uma questão matemática, em que o que interessa são índices, que podem muito bem ser manipulados de acordo com os interesses dos governantes. Em minha visão, o que mais vale, é se o governo tem entendimento sobre o acolhimento que precisa proporcionar à quem vive nela.

Quando uma jovem mãe, que precisa trabalhar, mas não encontra uma vaga na creche para deixar seu filho em segurança e bem alimentado, é sinal de que o governo falhou. Quando uma pessoa não consegue trazer o sustento para o seu lar, e tem que olhar nos olhos de seus familiares sem ter o que dizer, é sinal de que o governo falhou. Quando um idoso não consegue um remédio que faz uso regular, para que tenha um mínimo de reconhecimento por todo o seu suor dedicado, é sinal de que o governo falhou.

Leia Também:  Tecnologia emocional: o melhor remédio para o bem-estar atual

Coloquei aqui apenas algumas das questões para não me alongar, já que não posso descumprir a minha primeira promessa, que foi a de ser breve, mas há mais ainda há ser dito, e muito mais ainda a ser discutido com todos.

A política é o maior elemento de transformação de uma sociedade, sendo ela o instrumento da vontade das pessoas e do seu desejo de mudança. Hoje, me coloco a disposição para enfrentar os desafios e as dificuldades, lado a lado com você.

Eu acredito que cada gestor tenha feito o seu melhor para a cidade, independente do resultado, e tenho certeza de que para o momento que viveremos nos próximos anos, após superarmos a crise na saúde, a batalha se dará pela volta da renda e do poder aquisitivo de nossas famílias, e será preciso outro tipo de visão.

O orçamento da cidade é pequeno? É. Mas eu sei onde podemos buscar os recursos, e com isso gerarmos oportunidades. Minha experiência como deputado federal, meu relacionamento com a classe política e a minha postura, que sempre foi firme, mas conciliatória, me mostram que há um caminho a seguir.

Leia Também:  VLT X ônibus poluentes

Aproveito, em minhas últimas linhas, para falar o que você pode esperar de mim nessa campanha e, se assim a sua confiança eu conquistar, também como prefeito: trabalho, trabalho e trabalho.

Aqueles que pensam que eu entrarei em disputas ideológicas, ataques pessoais ou qualquer outro tipo de assunto que não tenha relação com as prioridades de VG, irão se decepcionar muito.

De hoje, até o final dessa campanha, todo o foco do meu trabalho será o de escutar as pessoas com quem conversarei em minhas agendas e também pelas minhas redes sociais, bem como, apresentar soluções para os problemas que temos.

Quero contar com você nessa campanha. Com seu voto e, sobretudo, com o seu apoio. É hora de um novo tempo. E esse tempo é agora.

*Emanuelzinho Pinheiro é deputado federal por Mato Grosso filiado ao PTB e candidato a prefeito de Várzea Grande

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Opinião

Infodemia e eleições 2020

Nos últimos meses, quem ainda não ouvir dizer “que à pandemia acabou, porque começou o período eleitoral?”. Nas andanças que à minha profissão impõe, “vira e mexe”, esse comentário é levantado nas rodas de atendimento. Quando isso acontece, deixo um pouco de lado os afazeres da atividade, e aumento os botões da escuta, em potência máxima, para ouvir o que vem daquela opinião.

Incansavelmente, às pessoas têm dito “que o isolamento foi relativizado, porque já não era mais interessante para os políticos, porque senão, como eles convenceriam às pessoas, logo mais, saírem de casa, para se aglomerarem nas filas para depositar o seu voto na urna, no dia 15 de novembro”?

Faz sentido né? Sendo verdade ou não, não dá para menosprezar em nenhum ponto à pandemia, que já matou milhares de pessoas, mundialmente. É evidente que à pandemia ainda não acabou!

Às vezes penso, que à população apenas “perdeu o medo”, ou melhor, cansou de ter medo de tal vírus, e de uma certa maneira, resolveu enfrentá-lo, deixando de potencializá-lo.

Leia Também:  VLT X ônibus poluentes

O vírus está de fato perdendo força, ou apenas deixamos de ultra valorizá-lo? Ou apenas foi retirado o foco? Pandemia versus eleições, e que vençam às eleições.

Não estou entendendo! É um texto de interrogações? A verdade, é que para escrever não pode temer às opiniões divergentes, vez à existência das variadas interpretações de quem lê.

As críticas são bênçãos para a evolução, desde que não sejam grosseiras, estúpidas e pessoais. Se assim não predominar, ela é berço para o aperfeiçoamento das ideias, pensamentos e inspirações, igualmente, um traquejar, para nova percepção.

O objetivo desta autora com os seus textos prosaicos, é contribuir com à informação, levar esclarecimentos, e sem pretensões, estimular à reflexão, vez que nem todos os textos da sua produção, têm visão jurídica.

Até por isso, juízos de valor, pré-julgamentos ou julgamentos, são recolhidos. Faz das suas ideias uma luta!

Em tempos de eleições, entre os candidatos concorrentes ao pleito, existem muitos desencontros de informações, boatos, mentiras, fake news, briga nos palcos de campanha, e tapinhas amistosas nas costas, nos bastidores.

Leia Também:  O fracasso do grande golpe

A infodemia é tida como um excesso de informação, sendo algumas precisas, outras não, o que torna difícil saber, se as fontes são seguras e confiáveis, o que dever ser evitado em tempos de pandemia, principalmente, por se tratar de ano eleitoral, vez que dissemina inverdades e desinformações, à disputa, o que provoca ameaça, ao Estado Democrático de Direito.

De maneira, que às pessoas devem se atentar, se não souber a origem, não consuma ou propague à informação, pois, ela pode ser falsa, o que coloca em risco, à saúde física, e mental de toda à população.

Gisele Nascimento é advogada.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

vídeo publicitário

LEGISLATIVO

EXECUTIVO

JUDICIÁRIO

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA