Acesse outros veículos da Rede de Mídias!

JOÃO GABRIEL DE JESUS

Não importa a cor do gato, contanto que ele cace o rato

A célebre frase que está no título deste texto foi dita por Deng Xiaoping, talvez os mais jovens não se lembrarão, mas ele foi o responsável por iniciar uma reforma social em uma China desgastada pelo alto volume de gastos em áreas de segurança nacional e burocracia a se perder de vista.

Deng Xiaoping foi quem deu início a uma “segunda revolução” chinesa, estruturando um país que seguisse premissas comunistas na vida política e capitalistas na vida econômica, um verdadeiro desenvolvimentismo chinês que fez aquele país alcançar seu atual estágio econômico em poucas décadas.

Se por um lado a China é a “fábrica” do mundo, o Brasil é o “celeiro” e isso não é um demérito, mas sim a forma como encontramos de também buscar o nosso desenvolvimento, afinal de contas, não existe desenvolvimento certo ou errado, existe desenvolvimento possível, pensando sempre na sustentabilidade.

A célebre frase que está no título deste texto foi dita por Deng Xiaoping

Ser o celeiro do mundo também implica em uma necessidade de buscarmos nos industrializar para melhorar a linha de produção dos nossos produtos, podemos buscar incrementar valor à produção e melhor distribuir as rendas, no fim, todo mundo ganha – o servidor público, o grande, médio ou pequeno produtor rural, o comerciante, o feirante, o construtor, entre outros –, pois com a economia em saudáveis condições, as boas gestões públicas e privadas podem tratar de regular indiferenças sociais internas.

Leia Também:  VG, em 15 de novembro não tem pra ninguém

Todavia, fora dessa roda mágica, o Brasil vive um período de um governo que é claramente xenofóbico contra nosso maior parceiro comercial, a China, ao ponto de um dos 3 (três) filhos do presidente (Eduardo Bolsonaro) prestar uma recente declaração sobre uma suposta espionagem chinesa através da tecnologia 5G no Brasil e a embaixada da China no Brasil responder em tom de último aviso, sugerindo que a aliança Brasil-China poderá sofrer consequências caso as declarações xenofóbicas continuem partindo dos mais altos cargos políticos do Brasil.

Uma coisa que os atuais governantes do Brasil precisam aprender sobre a influência chinesa no Brasil é a mesma que a China aprendeu na década de 80 com a reforma política deles: não importa qual é a ideologia de quem vem ao seu país para agregar valor, desde que seja mantido o respeito a ordem política interna e soberana do povo.

Caso a atual gestão pública federal brasileira não aprenda isso de uma vez, talvez todos iremos sofrer com a desconstrução do nosso país, pois da mesma forma que conquistamos o posto de celeiro mundial, podemos igualmente perde-lo para outras nações que almejam tal posição. E seria triste pensar que poderíamos manter fortes índices de crescimento se atuássemos com mais interesse nacional e menos interesse ideológico no campo internacional.

Leia Também:  Rádio Corredor - Receita estadual em queda nesses tempos de coronavírus

João Gabriel de Jesus Cavalcante Dias é advogado, graduado em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Opinião

Ação solidária

O termo política, em sua plenitude apresenta um vasto campo de significados, porém quando a pronunciamos vem em nossas mentes, política partidária, ou seja, partidos e pessoas disputando espaço e poder, seja por eleições ou outras vias, para assumir o comando dos governos.

As redes sociais nos últimos dias têm nos mostrado infelizmente, desamor, desmando, egoísmo, egocentrismo e por aí vai. Fruto de um processo de globalização, formatado por um modelo econômico capitalista, o qual consiste na mundialização do espaço geográfico por meio da interligação: econômica, política, social e cultural em âmbito planetário.

Agora, quando uma primeira-dama quebra paradigmas, como aconteceu com a Virginia Mendes, ao capitanear uma ação social de Governo, fazendo parte da campanha ‘Vem Ser Mais Solidário’ e do programa ‘Aconchego’, que já atendeu aproximadamente 2 milhões de pessoas, desde que iniciou, em abril de 2020.

E continua de forma permanentemente em 2021, com foco na segurança alimentar das famílias em situação de vulnerabilidade social, principalmente, com o surgimento dessa pandemia mortal, que atingiu o mundo inteiro.

Leia Também:  VG, em 15 de novembro não tem pra ninguém

O engendramento de políticas públicas, acontece no momento em que o poder público, é procurado pelos presidentes de bairro, que estão literalmente na linha de frente, e conhecem as reais necessidades do seu bairro, principalmente no que tange a implementação de Ações Sociais, visando atender as pessoas mais carentes, que necessitam de alimentos e por aí vai.

Desta feita, o jovem presidente do bairro Planalto, Lucas Tintinho, através de visão altruísta, e   em consonância com a Igreja Católica do referido bairro.

O mesmo, idealizou e mobilizou um sopão para população carente do Planalto. Não satisfeito, buscou ampliar sua Ação Social, recorrendo ao governo do Estado, através do projeto social de Governo, ‘Vem Ser Mais Solidário’ e do programa ‘Aconchego’, termos, que denotam amor ao próximo e solidariedade.

Não a conheço pessoalmente, porém pelo vídeo apresentado a mim, sem dúvida alguma, o ponto alto desse grande evento social, ficou por conta da presença da primeira-dama, Virginia Mendes, que não distribuiu apenas: 300 cestas básicas, 300 kits de limpeza e 300 cobertores.

Leia Também:  Igrejas: O que realmente importa?

Distribuiu mais do que isso, carinho incondicional as pessoas presentes, tanto aos organizadores do evento, como também, aos   populares ali prestes

Assistindo as filmagens e vendo as fotos, deu para mensurar sua simplicidade e amabilidade com pessoas humildes; com certeza, ela subiu ainda mais no conceito deste reles articulista, como também, de todas as pessoas humildes ali presentes, naquele megaevento comunitário.

 

Quem sabe faz a hora, não espera acontecer!

 

Licio Antonio Malheiros é geógrafo.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

vídeo publicitário

LEGISLATIVO

EXECUTIVO

JUDICIÁRIO

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA