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Ilson Fernandes

Mato Grosso, liderança e desenvolvimento

Ao realizarmos uma pesquisa nos sites sobre a economia brasileira, alguns oficiais e outros analíticos, à maioria detectamos dados otimistas para 2022 em diante, dentre eles, os resultados positivos que já começam a dar sinais, no combate à pandemia. O panorama macroeconômico com suas planilhas de indicadores, já estimam o crescimento do PIB-Produto Interno Bruto, com a recente revisão, para 3,5% em 2021, podendo atingir 4%. A projeção anterior era 3,2%. De imediato, este crescimento reflete a continuidade da melhoria dos resultados econômicos e de suas políticas econômicas aplicadas, pelo Governo Federal e pelos Governos Estaduais, mantidas suas respectivas participações. Neste particular, não podemos deixar de registrar o atual desempenho do Estado de Mato Grosso, que já pontua uma evidente, forte e comprovada liderança no desenvolvimento, sobretudo no agronegócio. A Secretaria de Política Econômica, do Governo Federal apontou recentemente, que a robustez do crescimento econômico é categoricamente resultado da determinação do governo na execução de reformas pró-mercado e de consolidação fiscal, ao que acrescentamos: tais análises refletem a determinação por estratégias corretas de governos estaduais investindo em infraestrutura e no social, como em Mato Grosso. Neste sentido, tais estratégias e determinações, bem como, visões de Estado, fortalecem vocações de desenvolvimento e de desempenhos estruturais, como consolidação de um modelo de desenvolvimento regional, que Mato Grosso está implementando e construindo no Centro-Oeste, para o Brasil. Esta estratégia que estamos focando, reflete o que o Governo Mauro Mendes está aplicando no Estado. Com clara evidencia, implantou um rígido controle das contas púbicas e atuações de políticas de desenvolvimento e de investimento, estimulando o setor privado, sobretudo o agronegócio. E combatendo o passado político no Estado, que não deve voltar. O agronegócio empresarial está, como nunca, investindo no Estado, como reflexo de uma logística de transportes, de apoio à ferrovia (modelo lógico para grandes distâncias com redução de custos) que, sem dúvida irá estimular ainda mais a produção, e sobretudo a produtividade. Assim como, novos empregos e novas fontes de renda e de negócios inovadores no Estado. A credibilidade na política de combate à pandemia, está estimulando, ainda mais, o setor social e ampliando a confiabilidade em novos investimentos. Tais instrumentos vão ajudar o Brasil a retomar e ampliar o nível de atividade a patamares superiores aos dos períodos anteriores à pandemia. O crescimento brasileiro, analisado no Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica e Perspectivas para 2021, demonstra que o mundo está surpreso com o resultado de recuperação da economia brasileira, e a participação do Estado de Mato Grosso, vem sendo cada vez mais crescente. Como menciona o Boletim: “A nova grade de parâmetros manteve a projeção de alta do PIB em 2,5% anual para 2022, 2023, 2024 e 2025. O PIB nominal estimado para este ano é de R$ 8,418 trilhões e de R$ 9,102 trilhões em 2022. ” Destacam-se ainda outros indicadores importantes que comprovam a retomada, como a expansão do nível de empregos formais e preços internacionais de commodities favoráveis ao Brasil. E, o cenário internacional está a positivar, neste particular, o Estado de Mato Grosso. É claro que algumas situações preocupam o cenário brasileiro e mato-grossense, como a inflação e as pressões dos preços administrados de combustíveis. Esta pressão se deve ao mercado internacional que está refletindo internamente, como a política dos produtores internacionais de petróleo, e a mudança de bandeira de energia elétrica, por conta do risco hidrológico, fator climático externo, como, por exemplo, a forte estiagem, que afeta os reservatórios das hidrelétricas no mundo todo. Por outro lado, destacamos que Mato Grosso com sua crescente e constante produção de alimentos vem contribuindo com a desaceleração da inflação de alimentos, apesar dos obstáculos citados. As análises econômicas nos informam que os estados cujas economias são atreladas ao agronegócio, registrarão em 2021 um crescimento maior do que o nacional e, liderarão a retomada da economia brasileira até 2022. E, Mato Grosso está no topo desta lista. Uma consultoria estima que “15 estados deverão ter um avanço acima da média nacional neste ano, sendo 8 deles das regiões Centro-Oeste e Norte, além de grandes produtores agrícolas do Nordeste como Piauí e Bahia. ” O Estado de Mato Grosso deve registrar crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 41% e liderar a retomada da economia brasileira, de acordo com dados da consultoria de análise macroeconômica. O aumento está estimado entre os anos de 2010 e 2022. Mato Grosso também lidera na projeção de crescimento para 2021, com aumento de 4,97%. E isto não é gratuito ou fruto do acaso, mas de um direcionamento de política econômica impresso por um Governador que tem visão de Estado e de Prosperidade. O que MT sempre precisou, e assim deve continuar, para segurança econômica deste novo modelo. O Governador demonstra sua racionalidade e seu comprometimento com a consciência de que o agronegócio é o principal condutor do crescimento do PIB estadual, e instrumento de atração de novos investimentos, como o setor da ferrovia e a infraestrutura de apoio, que fatalmente terão reflexos nos municípios e grande reação para novos empreendimentos. O Estado é o principal produtor de grãos do país, e deve ser o responsável por quase 30% da safra nacional este ano, assim como um grande indutor do desenvolvimento industrial e do setor de serviços. Uma consultoria projeta ainda que a renda total gerada no país pelo agronegócio deverá atingir em 2021 o volume recorde de R$ 965 bilhões, com um salto de 40% na comparação com 2020 (R$ 687 bilhões). Com certeza a redução de impostos, recentemente aplicada para 2022 em Mato Grosso, nesta ampla visão de empreendedor de nosso governante, trará novos impulsos à economia. E, ele sabe o que está fazendo, pois, dotando de equipamentos de aprimoramento das estradas pelos municípios, fato recente, estes, de imediato, refletirão novas ações para acelerar a produtividade na produção. O foco é certeiro e o reflexo no setor social, com as ações da primeira dama, já refletem francamente positivos, como uma ampla política de desenvolvimento social para o Estado. E isto não é trabalho para aventureiros egocêntricos e para os que vivem na frente do espelho, mas, para governantes conscientes de seu desempenho de combate aos efeitos negativos de uma crise internacional decorrente, do petróleo, dos efeitos climáticos em crise hídrica e dos interesses individualistas de alguns países que lideram a economia mundial. Uma visão solidária faz-se necessária.

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Ilson Fernandes Sanches
É advogado, especialista em Direito Empresarial pela Universidade Federal de Mato Grosso, Doutorado em Economie Publique, Planification et Aménagement du Territoire pela Universidade de Paris I – Sorbonne, França, Bacharel em Economia pela UFRJ, Especialista em Economia Regional e Urbana pela FEA/USP, Professor da FGV/UNIC, ex-Secretário de Indústria e Comércio e Turismo do Estado de MT, ex-Secretário de Planejamento e Coordenação Geral do Município de Cuiabá, Coordenador do Curso de Direito da UNIC Pantanal e Professor da UNIC/PANTANAL.

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Opinião

Na véspera do encerramento da CPI, o “atordoado” Renan admite que as acusações contra Bolsonaro podem mudar

Renan parece que termina a CPI totalmente perdido, sem saber ao certo quais as acusações fará contra o presidente Jair Bolsonaro.

O senador alagoano foi por diversas vezes desmoralizado durante a CPI e qualquer que sejam as suas acusações estarão certamente totalmente desprovidas de credibilidade.

Perante a população, Renan sai da CPI ainda mais minúsculo, com o seu imenso mau-caratismo exposto para todo o país.

O desfecho de um de seus últimos embates na CPI, contra o empresário Luciano Hang, foi catastrófico para as suas pretensões malignas. Saiu claramente derrotado e desmoralizado, ao vivo, em rede nacional.

Afoito, mas sem estratégia, resolveu alardear os “crimes” pelos quais o presidente da República seria acusado. Teve que providenciar um humilhante recuo.

“Estou aberto a qualquer ponderação, desde que não venha a ferir a lógica. Mas este não será um relatório do Renan, mas de toda a comissão. Sempre foi meu compromisso”.

E complementou:

“A lista de crimes pode ser modificada daqui para frente. Podemos acrescentar e retirar se for o entendimento da maioria da comissão. É certo que ele prevaricou à medida que ele confessou a existência da conversa com os irmãos Miranda, e que teria pedido a pessoas encaminhamento de providências. Se essas pessoas não encaminharam providências, é óbvio que ele prevaricou”.

Quanta mediocridade!

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Quanta safadeza!

Quanta insensatez!


Gonçalo Mendes Neto,
Jornalista.

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