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JOÃO PEDRO MARQUES

A missão de Primeira-Dama

Pode ser que em outros momentos o papel da primeira-dama no governo de Mato Grosso não tenha sido cumprido exatamente como mandam hoje os novos tempos. Pode ser, também, que esse papel tenha sido cativado só pela mídia elogiosa e fútil do chamado “jet set” social.

Na verdade, esse é um papel de muito equilíbrio dentro da gestão do governo estadual. Ainda mais se traz junto a experiência da vivência empresarial. A política enxerga a gestão como um conjunto que envolve o desenvolvimento, a gestão dos meios administrativos, mas não alcança a capilarização da temática social. Ainda que existam programas sociais dentro da gestão, há o lado do olhar humano. Talvez aqui esteja o grande papel da primeira-dama: enxergar dentro de uma certa informalidade as necessidades que requerem a humanidade do olhar materno.

A primeira-dama Virgínia Mendes percebeu essa vertente humana e maternal que escapa às metas técnicas de gestão. Sem interferir, e trabalhando paralelamente como uma força auxiliar, tem cumprido a missão de primeira-dama. Com um staff pessoal vibrando na mesma frequência social, ela tem permeado grandes problemas sociais de carentes que, por vezes, não são atingidos dentro das suas necessidades imediatas. O andamento da economia brasileira e novas necessidades sociais e humanas estão infernizando todas as gestões, porque são necessidades novas até então desconhecidas no Estado de Mato Grosso e no país.

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Cito algumas ações da primeira-dama Virgínia Mendes:

– O Programa SER, com várias ramificações.

* Carteira para autistas. Uma iniciativa de alcance inimaginável.

*inclusão social de indígenas, homoafetivos e segmentos antes relegados. São projetos de ações muito efetivas e abertas.

*Delegacia e assistência a mulheres vítimas de violência doméstica que fez a 1a.Dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, e a Ministra Damares, reconhecerem como um exemplo nacional e uma referência de grande valor.

* A força tarefa da Unafe, núcleo de seu comando pessoal que une as pontas de uma enorme rede, traz informações, coordena projetos e estão em atividade presencial e discreta em todos os flancos que desenvolvem alguma atividade social. É um filtro que funciona sob o comando de Virgínia Mendes com grande volume de atendimentos. É a mão profissional e organizada da primeira-dama, participando do setor público.

Tem ainda a distribuição de cestas, cobertores e alimentação a várias categorias sofridas e abandonadas na pandemia, amenizando sofrimentos e trazendo esperanças.

Suas redes sociais mostram de forma clara sua conduta pessoal baseada na fé, na família e no incondicional amor ao marido Mauro Mendes e aos filhos. Os resultados dessa ação social humana fazem grande diferença aos olhos da sociedade mato-grossense. Principalmente a mais necessitada. O papel moderno da primeira-dama é antes de tudo, o olhar maternal de quem conhece as várias faces da vida.

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JPM-João Pedro Marques é advogado e jornalista em Brasília e Mato Grosso

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Opinião

Na véspera do encerramento da CPI, o “atordoado” Renan admite que as acusações contra Bolsonaro podem mudar

Renan parece que termina a CPI totalmente perdido, sem saber ao certo quais as acusações fará contra o presidente Jair Bolsonaro.

O senador alagoano foi por diversas vezes desmoralizado durante a CPI e qualquer que sejam as suas acusações estarão certamente totalmente desprovidas de credibilidade.

Perante a população, Renan sai da CPI ainda mais minúsculo, com o seu imenso mau-caratismo exposto para todo o país.

O desfecho de um de seus últimos embates na CPI, contra o empresário Luciano Hang, foi catastrófico para as suas pretensões malignas. Saiu claramente derrotado e desmoralizado, ao vivo, em rede nacional.

Afoito, mas sem estratégia, resolveu alardear os “crimes” pelos quais o presidente da República seria acusado. Teve que providenciar um humilhante recuo.

“Estou aberto a qualquer ponderação, desde que não venha a ferir a lógica. Mas este não será um relatório do Renan, mas de toda a comissão. Sempre foi meu compromisso”.

E complementou:

“A lista de crimes pode ser modificada daqui para frente. Podemos acrescentar e retirar se for o entendimento da maioria da comissão. É certo que ele prevaricou à medida que ele confessou a existência da conversa com os irmãos Miranda, e que teria pedido a pessoas encaminhamento de providências. Se essas pessoas não encaminharam providências, é óbvio que ele prevaricou”.

Quanta mediocridade!

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Quanta safadeza!

Quanta insensatez!


Gonçalo Mendes Neto,
Jornalista.

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