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45 DIAS

INSS, AGU e MPF firmam acordo para acabar com filas por benefícios

A  Advocacia-Geral da União (AGU), o Ministério Público Federal (MPF) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) firmaram acordo para dar fim às filas de espera por benefícios previdenciários. Entre as medidas previstas está a adoção de prazos para a análise dos pedidos feitos pelos segurados.

Entre as medidas previstas está a adoção de prazos para a análise dos pedidos feitos pelos segurados. No caso de auxílio-doença, a análise da solicitação será de até 45 dias. Para a pensão por morte, o prazo será de 60 dias; e para salário-maternidade, até 30 dias.

O acordo, firmado na segunda-feira (16), prevê também o compromisso da União em realizar as perícias médicas necessárias ao reconhecimento inicial de direitos previdenciários e assistenciais no prazo de até 45 dias após o agendamento – mesmo prazo dado para a avaliação social nos benefícios previdenciários e assistenciais em que a aferição da deficiência for requisito à concessão do benefício.

De acordo com a AGU, esses limites serão ampliados para 90 dias nas unidades da perícia médica federal, classificadas como de “difícil provimento” – para as quais se exige o deslocamento de servidores de outras unidades para o auxílio no atendimento.

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Também estão previstos prazos para o cumprimento de decisões judiciais favoráveis à concessão de benefícios, que devem ser considerados a partir da intimação do INSS. Caso o acordo seja descumprido, o INSS será obrigado a analisar o requerimento administrativo no prazo de 10 dias,  por meio da Central Unificada de Cumprimento Emergencial de Prazos.

Segundo a AGU, com a implementação do acordo ficam suspensas as ações judiciais em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF) ou em primeira instância, que questionem a demora do INSS na análise de solicitações.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Geral

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Decreto que suspende processo seletivo de diretores das escolas estaduais será votado na ALMT

O Projeto de Decreto Legislativo nº 12/2020, que suspende o processo seletivo para diretores das escolas estaduais, será votado nesta quarta-feira (25), durante sessão plenária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Para o deputado estadual Henrique Lopes, autor da proposta, o Edital 005/2020, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), é um ataque à gestão democrática da educação, que determina, entre outras coisas, a eleição de diretores por meio de voto da comunidade escolar.

Também será votado o Projeto de Decreto Legislativo nº 11/2020, com objetivo de suspender a Portaria 454/2020, da Seduc-MT, que constituiu uma comissão para formular regras de organização do processo de designação dos profissionais para direção das escolas.

“Não podemos pegar um diretor que não possui vivência naquele espaço escolar. Caso, por exemplo, da educação indígena, onde os caciques das aldeias do Xingu já fizeram um abaixo-assinado contra o fim da eleição de diretor. A chegada de uma pessoa que não vive em determinada comunidade impede que sejam feitas as intervenções devidas. Pedimos apenas que a eleição seja respeitada. Qual a intenção do governador Mauro Mendes em acabar com um processo democrático?”, questionou.

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O parlamentar ressaltou que o diretor não é um cargo, mas sim uma função do professor, que deve ser eleito democraticamente pela comunidade escolar. De acordo com ele, apenas com a mobilização de todos que acreditam na educação pública e gratuita será possível reverter processos como esse.

Fonte: ALMT

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