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Trump pede que banco central americano reduza taxas de juros

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, está pedindo novamente que o Federal Reserve, o banco central americano, reduza as taxas de juros. Desta vez, ele disse que a medida iria ajudar o país a vencer a guerra comercial com a China. Nessa terça-feira (14), Trump publicou no Twitter que a China vai “provavelmente […]

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, está pedindo novamente que o Federal Reserve, o banco central americano, reduza as taxas de juros. Desta vez, ele disse que a medida iria ajudar o país a vencer a guerra comercial com a China.

Nessa terça-feira (14), Trump publicou no Twitter que a China vai “provavelmente reduzir as taxas de juros” para compensar o fardo das tarifas adicionais dos EUA, anunciadas na segunda-feira. Ele acrescentou que se o Federal Reserve tomar uma medida parecida, eles com certeza vencerão.

Trump pediu diversas vezes que o banco central americano reduza as taxas de juros para estimular o crescimento e dar a seu governo uma posição de vantagem nas negociações com Pequim. A continuidade do atrito comercial entre os dois países tem aumentado as preocupações com as perspectivas da economia americana.

 

Crédito: Agencia Brasil

Foto: Isac Nóbrega

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Líbano precisa de lockdown de 2 semanas após aumento da covid-19

O Líbano deve interromper suas atividades por duas semanas após um aumento nas infecções pelo coronavírus, informou o ministro interino da Saúde Hamad Hassan, nesta segunda-feira (17), enquanto o país ainda sente os impactos da explosão maciça do porto de Beirute.

O Ministério da Saúde do país registrou um recorde de 456 novas infecções nesta segunda-feira, com duas mortes, elevando o número acumulado de casos para 9.337 desde fevereiro, com 105 mortes.

“Hoje, declaramos um estado de alerta geral e precisamos de uma decisão corajosa para fechar (o país) por duas semanas”, disse Hamad Hassan à rádio Voice of Lebanon.

O Líbano, já profundamente em crise financeira, estava combatendo um pico da covid-19 antes da explosão, em 4 de agosto, que matou pelo menos 178 pessoas, destruiu regiões da capital e levou o governo a renunciar.

A explosão do armazém danificou muitos hospitais e os sobrecarregou com mais de 6 mil feridos. A explosão colocou cerca da metade dos 55 centros médicos de Beirute fora de serviço, informou a Organização Mundial da Saúde na semana passada.

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