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Presidente da Colômbia enfrenta resistência ao Grande Diálogo Nacional

O presidente da Colômbia, Iván Duque, está fazendo uma série de encontros a que deu o nome de Grande Diálogo Nacional (Gran Conversación Nacional, em espanhol) Ele busca de solução para a crise que afeta o país. Representantes de estudantes, de organismos de defesa do meio ambiente e do Comitê Nacional de Paralisação se opõem ao diálogo conjunto com outros setores.

Em reunião realizada ontem (28), na Casa de Nariño, sede do governo, ambientalistas afirmaram estar alinhados com o Comitê Nacional de Paralisação que, no dia 26, após mais de três horas de reunião, se recusou a aceitar o Grande Diálogo Nacional e se reunir, por exemplo, com empresários e representantes do Ministério Público. O Comitê exige uma negociação sem intermediários e ressalta que a agenda de diálogo deve girar em torno de propostas da sociedade civil e não da atual política do governo.

“O Movimento Nacional do Meio Ambiente e várias organizações continuam firmes na greve. Viemos ratificar que fazemos parte do Comitê Nacional de Paralisação, não iremos nos dividir”, afirmou Renzo García, líder do Movimento Nacional do Meio Ambiente.

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Fazem parte desse Comitê algumas associações de estudantes e sindicatos de trabalhadores, que também se manifestaram de forma parecida. Um acordo com essas entidades será fundamental para frear os protestos e manifestações no país.

A vice-presidente da Colômbia, Marta Lucía Ramírez, afirmou que o governo fará uma nova reunião com o Comitê e espera que a nova greve geral, convocada para o dia 4 de dezembro, possa ser cancelada.

“Obviamente que, neste momento, não podemos ter conversas exclusivamente com eles [do Comitê] ou excluí-los, porque é fundamental que o governo ouça todos os setores”, afirmou Ramírez.

A onda de protestos começou na última quinta-feira (21), com greve geral contra o governo de Iván Duque, convocada por sindicalistas, estudantes, professores e indígenas. O presidente do país está há apenas quinze meses no poder e tem 69% de rejeição.

 

 

Fonte: Agencia Brasil | Foto: REUTERS/Carlos Jasso

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Após 3 meses, Alemanha volta a ter mais de mil casos diários de covid-19

No total, a Alemanha somou até agora 213.067 infectados e 9.175 mortos pela covid-19; há receio de uma segunda onda

Por Estadão Conteúdo/ O Instituto Robert Koch, autoridade de saúde da Alemanha, registrou nas últimas 24 horas mais 1.045 infectados pelo novo coronavírus. Essa é a primeira vez desde o dia 7 de maio que o governo alemão contabiliza mais de 1 mil casos num único dia.

Para conter o avanço do vírus e tentar evitar uma segunda onda de contágios, o ministro da Saúde, Jens Spahn, informou que o país vai obrigar pessoas que chegarem de áreas consideradas de “alto risco” a passar por testagem, em medida que toma efeito no próximo sábado, 8.

“Estou muito ciente de que isso restringe liberdades individuais mas eu acredito que essa é uma restrição razoável”, disse Spahn em pronunciamento. Em Berlim, manifestantes ligados à extrema-direita organizaram protesto contra o uso obrigatório de máscaras no último sábado, 1º. As forças policiais do município estimaram que cerca de 17 mil pessoas participaram da passeata. No total, a Alemanha soma até agora 213.067 infectados e 9.175 mortos pela covid-19.

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O governo da comunidade de Castela e Leão, na Espanha, ordenou a volta da quarentena na cidade de Aranda de Duero após 230 casos serem confirmados no município, onde vivem cerca de 32 mil pessoas. A comunidade soma 20.922 infecções, segundo o Ministério da Saúde espanhol, e está atrás apenas da Catalunha e de Madri, maiores regiões da Espanha e que contabilizam, respectivamente, 84.952 e 79.262 casos de covid-19. Hoje, o governo federal espanhol adicionou mais 4.088 contaminações que não tinham sido identificadas, além de mais 1.683 novos casos reportados. A Espanha chegou a 309.855 infectados, com 35.407 contágios só nos últimos 14 dias.

Ásia

O Japão confirmou hoje mais 1.484 casos de covid-19 no país. A prefeitura de Osaka registrou recorde de casos diários na cidade com mais 225 contaminações, enquanto na capital, Tóquio, os registros de novos casos passou de 263 ontem para 360 hoje.

Hong Kong registrou um pequeno aumento de casos diários hoje, passando de 85 para 95 novas infecções em 24 horas. Segundo as autoridades locais, 91 dos novos casos tiveram origem em contaminações domésticas. Cerca de 3,8 mil pessoas já contraíram o novo coronavírus em Hong Kong, sendo que 44 morreram pela doença.

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