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Morre ex-primeiro-ministro japonês Yasuhiro Nakasone

Morreu hoje (29), aos 101 anos, o ex-primeiro ministro japonês Yasuhiro Nakasone. Ele foi o primeiro premiê no período pós-guerra a visitar oficialmente o Santuário Yasukuni, em Tóquio, que homenageia os japoneses mortos em conflitos, incluindo líderes condenados por crimes de guerra após a Segunda Guerra Mundial. Nasceu na cidade de Takasaki, província de Gunma, em 1918 e se formou na Universidade Imperial de Tóquio em 1941. Atuou no então Ministério do Interior, e serviu como oficial da Marinha durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 1947, disputou uma cadeira na Câmara Baixa do Parlamento, representando o antigo 3º distrito eleitoral de Gunma. Foi eleito 20 vezes consecutivamente.

Em 1959, Nakasone conseguiu seu primeiro posto no gabinete como chefe da Agência de Ciência e Tecnologia no governo do então premiê Nobusuke Kishi.

Mais tarde, atuou como chefe da Agência da Defesa, ministro dos Transportes, ministro do Comércio e Indústria, além de secretário-geral e presidente do conselho geral do Partido Liberal Democrático.

Nakasone se tornou o 71º primeiro-ministro do Japão em novembro de 1982.

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Após se retirar do mundo político em 2003, Nakasone trabalhou como chefe de um instituto de pesquisa sobre segurança nacional e intercâmbios internacionais, e continuou a se manifestar sobre assuntos internos e diplomacia. Foi grande defensor de emendas à Constituição, e atuou como chefe de um grupo suprapartidário, formado por legisladores, com o objetivo de estabelecer uma nova Constituição no Japão.

 

 

Fonte: Agencia Brasil | Foto: REUTERS/Michael Caronna

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Após 3 meses, Alemanha volta a ter mais de mil casos diários de covid-19

No total, a Alemanha somou até agora 213.067 infectados e 9.175 mortos pela covid-19; há receio de uma segunda onda

Por Estadão Conteúdo/ O Instituto Robert Koch, autoridade de saúde da Alemanha, registrou nas últimas 24 horas mais 1.045 infectados pelo novo coronavírus. Essa é a primeira vez desde o dia 7 de maio que o governo alemão contabiliza mais de 1 mil casos num único dia.

Para conter o avanço do vírus e tentar evitar uma segunda onda de contágios, o ministro da Saúde, Jens Spahn, informou que o país vai obrigar pessoas que chegarem de áreas consideradas de “alto risco” a passar por testagem, em medida que toma efeito no próximo sábado, 8.

“Estou muito ciente de que isso restringe liberdades individuais mas eu acredito que essa é uma restrição razoável”, disse Spahn em pronunciamento. Em Berlim, manifestantes ligados à extrema-direita organizaram protesto contra o uso obrigatório de máscaras no último sábado, 1º. As forças policiais do município estimaram que cerca de 17 mil pessoas participaram da passeata. No total, a Alemanha soma até agora 213.067 infectados e 9.175 mortos pela covid-19.

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O governo da comunidade de Castela e Leão, na Espanha, ordenou a volta da quarentena na cidade de Aranda de Duero após 230 casos serem confirmados no município, onde vivem cerca de 32 mil pessoas. A comunidade soma 20.922 infecções, segundo o Ministério da Saúde espanhol, e está atrás apenas da Catalunha e de Madri, maiores regiões da Espanha e que contabilizam, respectivamente, 84.952 e 79.262 casos de covid-19. Hoje, o governo federal espanhol adicionou mais 4.088 contaminações que não tinham sido identificadas, além de mais 1.683 novos casos reportados. A Espanha chegou a 309.855 infectados, com 35.407 contágios só nos últimos 14 dias.

Ásia

O Japão confirmou hoje mais 1.484 casos de covid-19 no país. A prefeitura de Osaka registrou recorde de casos diários na cidade com mais 225 contaminações, enquanto na capital, Tóquio, os registros de novos casos passou de 263 ontem para 360 hoje.

Hong Kong registrou um pequeno aumento de casos diários hoje, passando de 85 para 95 novas infecções em 24 horas. Segundo as autoridades locais, 91 dos novos casos tiveram origem em contaminações domésticas. Cerca de 3,8 mil pessoas já contraíram o novo coronavírus em Hong Kong, sendo que 44 morreram pela doença.

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