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NOVA ONDA

Chance da variante Ômicron se propagar é ‘muito elevada’, diz OMS

Embora ainda haja muitas dúvidas sobre os efeitos da variante Ômicron do coronavírus, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta segunda-feira, 29, que há grandes chances de propagação da nova cepa pelo mundo nos próximos dias.

A entidade informou ainda que, até o momento, não foi registrada nenhuma morte causada pela variante — o que reforça a tese de que a Ômicron provoca sintomas leves da covid-19. Na África do Sul, em geral, os infectados se queixaram de fadiga, dores musculares e de cabeça, tosse seca e irritação na garganta.

A variante foi descoberta por Angelique Coetzee, presidente da Associação Médica da África do Sul, que disse à agência de notícias France-Presse que grande parte dos pacientes atendidos está se recuperando bem e não precisou de internação.

“Dadas as mutações que poderiam conferir a capacidade de escapar de uma resposta imune e dar-lhe uma vantagem em termos de transmissibilidade, a probabilidade de que a Ômicron se propague pelo mundo é elevada”, informou a OMS em um comunicado.

Segundo o órgão, “em função das características, podem existir futuros picos de covid-19, que poderiam ter consequências severas”.

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Os ministros da Saúde dos países que compõem o G7 se reunirão ainda hoje em Londres, em caráter de emergência, para discutir medidas a serem tomadas no enfrentamento da variante.

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MUNDO

OMS diz que é “perigoso” pensar que pandemia está perto do fim

EBC

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) disse nesta segunda-feira (24) que seria perigoso assumir que a variante Ômicron do novo coronavírus, altamente transmissível, é a última cepa que surgirá e que o mundo está no fim da pandemia de covid-19.

Tedros Adhanom Ghebreyesus afirmou, no entanto, que é possível neste ano sair da fase aguda da pandemia, em que a covid-19 representa emergência sanitária global, se estratégias e ferramentas como testes e vacinas forem utilizadas de forma abrangente.

Ao falar na abertura de reunião do Conselho Executivo da OMS, Tedros disse que desde que a Ômicron foi identificada pela primeira vez, há pouco mais de nove semanas, mais de 80 milhões de casos foram relatados à organização, mais que em todo o ano de 2020.

“As condições são ideais para que surjam mais variantes”, acrescentou.

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