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DIRETORIA

TJMT se reúne com a OAB/MT: diálogo frequente em busca de soluções para a sociedade

Em reunião virtual com a diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Mato Grosso, a presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Maria Helena Póvoas, destacou que a jurisdição de primeiro grau é prioridade em sua gestão, assim como o bom relacionamento com a entidade, da qual se orgulha de ter sido presidente por duas ocasiões. “Vamos manter frequente diálogo com a Ordem, buscando soluções para as demandas de interesse da advocacia e do cidadão. Estamos abertos às sugestões”, disse a desembargadora, ao destacar que o concurso para juízes está em fase final.

A reunião foi realizada na tarde desta quinta-feira (21/01) e contou também com ativa participação da vice-presidente do Tribunal, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, e do corregedo- geral da Justiça, desembargador José Zuquim Nogueira.
O objetivo da reunião, solicitada pela OAB, foi convidar a diretoria do Tribunal de Justiça para a primeira sessão da entidade no ano de 2021, que será realizada de forma virtual, no dia 25 de fevereiro.
Contudo, a diretoria da OAB aproveitou a reunião desta quinta-feira para adiantar algumas demandas da advocacia, que serão analisadas pela diretoria do Tribunal de Justiça. “Vamos estudar os pleitos com carinho e com o olhar de quem atuou muitos anos como advogada e muito se orgulha disso”, disse a desembargadora Maria Helena.
Quanto ao acesso aos magistrados durante a pandemia, o presidente da OAB/MT, Leonardo Campos, enalteceu a postura do Tribunal de Justiça. “Hoje não temos nenhuma reclamação em relação ao acesso aos desembargadores e servidores do Tribunal. Temos alguma situação pontual no interior, que estamos resolvendo diretamente com o magistrado. A ordem sabe criticar, mas também reconhece os esforços do tribunal, magistrados e servidores, em atender a advocacia”.
 
Leonardo Campos reafirmou a confiança e as boas expectativas da OAB na gestão que se iniciou no dia 1º de janeiro deste ano e parabenizou o TJ pela escolha dos juízes auxiliares para a presidência, vice-presidência e corregedoria.
Também participaram da reunião os juízes auxiliares da presidência, Paulo Márcio de Carvalho e Adriana Coningham; os juízes auxiliares da Corregedoria Christiane Neves, Aristeu Vilella, João Thiago Guerra e Eduardo Calmon; e o juiz auxiliar da vice-presidência do TJ, Edson Dias Reis; a vice-presidente da OAB/MT, advogada Gisela Cardoso; o secretário geral adjunto da Ordem, Fernando Figueiredo; e o diretor-tesoureiro da OAB/MT, Helmut Daltro, além de servidores do Judiciário.
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidente do TJMT
 
 

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Judiciário

Gilmar Mendes faz seu mais duro ataque à Lava Jato e compara força-tarefa ao PCC

 O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, fez seu mais duro ataque à força-tarefa da Operação Lava Jato, ao compará-la ao Primeiro Comando da Capital, uma das maiores organizações criminosas do Brasil, conhecida como PCC.  “O conteúdo das mensagens às vezes dão asco. A ideia, por exemplo, de transferir alguém para um presídio, para que fale ou delate; de alongar a prisão. Veja essa delegada que teria falsificado depoimento. O que isso significa? Conversa de procuradores ou é conversa de gente do PCC? Tudo isso é muito chocante”, disse ele, referindo-se à revelação de que a delegada Érika Marena falsificou um depoimento e de que foi protegida por Deltan Dallagnol.

A declaração foi dada em entrevista aos jornalistas Everton Dantas e Aldemar Freire, da Tribuna do Norte. Gilmar também destacou o papel da mídia brasileira nesse processo. “A mídia de alguma forma foi aliada desse modelo, que se imaginava estar renovando o Brasil. Hoje estamos aprendendo que no fundo eram uns tiranetes, sujeitos que tinham pouca visão da democracia, pouco compromisso com o Direito e, certamente, muito interesse no seu próprio empoderamento. O conteúdo das mensagens às vezes dão asco.”

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O ministro do STF também sugeriu que os integrantes da Lava Jato batam em retirada. “Deviam pedir desculpas às pessoas e irem para casa, porque não são mais dignos de estarem nos locais onde estão. Como é que vão continuar denunciando pessoas?”, questiona. O ministro também foi questionado sobre o caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Não vou entrar no caso Lula agora, porque estamos para julgar essa questão e, certamente, vamos ter que fazer análises em torno desse assunto. O conjunto geral das investigações é esse que todos estão vendo.”

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