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Portal do Mediador ‘encurta distancias’ e ajuda na sustentabilidade do Poder Judiciário

O Poder Judiciário de Mato Grosso está seriamente engajado na missão de ser uma instituição sustentável e que visa o uso sustentável dos recursos naturais. Prova disso é o a economia de aproximadamente 23 mil folhas de papel que seriam gastas com impressões nos processos de validação e certificação dos 408 mediadores certificados no Estado.
A economia foi feita graças a implantação do Portal do Mediador, por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec). A juíza coordenadora do Nupemec, Cristiane Padim, explicou que a ferramenta proporciona economia, celeridade e transparência no processo. “O Portal facilitou esse processo, que antes era feito manualmente, possuía mais de 20 andamentos – hoje são três andamentos, e o tempo reduziu de aproximadamente 100 dias, para cerca de 20. Tudo agora é digital, então não é mais necessário gastos com impressões, papel, correios”, comentou.
O mediador Nilson Abreu de Santos da cidade de Peixoto de Azevedo elogiou a plataforma e falou do ‘encurtamento de distâncias’. “Antes para validar, enviar meus documentos e resolver as coisas eu precisava sair da minha cidade que fica há 700 quilômetros de distancia. Agora com um clique eu posso resolver e acompanhar tudo do meu computador. É fantástica essa inovação que o Poder Judiciário proporcionou para gente”, enalteceu.
O Portal – Criado para facilitar a certificação dos profissionais, checagem de documentos e a inserção de informações sobre todo o trabalho desenvolvido pelos mediadores, a inovação tecnológica é mais um ganho tempo, trabalho, dinheiro e, inclusive para o meio ambiente, já que os mediadores utilizavam pelo menos 80 folhas de papel para protocolar toda documentação como certificados, atas de audiências e documentos pessoais.
Antes, os mediadores tinham que protocolar de forma física os documentos para conseguir a validação do certificado e para isso era preciso ter a assinatura física do juiz e da coordenação do Nupemec. Com a instalação do portal do Mediador, o processo tem início de forma eletrônica e finaliza dessa mesma forma, com todos os documentos ali inseridos, inclusive o certificado de mediação.
Confira AQUI o Portal do Mediador.
Ulisses Lalio / Fotos: Alair Ribeiro
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RONDOLÂNDIA: Prefeito é preso por suposto crime de corrupção

O Grupo Operacional do Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco – Criminal), com auxílio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), prendeu na manhã desta quarta-feira (30), o prefeito do município de Rondolândia, Agnaldo Rodrigues de Carvalho.

A ordem de prisão preventiva foi do desembargador Marcos Machado, atendendo ao pedido formulado pelo coordenador do Naco, procurador de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda, com base nas provas colhidas em inquérito policial que apura suposto crime de corrupção cometido pelo prefeito e, também, pela ex-secretária de Saúde do município, Katia Monteiro.

Segundo apurado, ambos receberam propina do empresário Nélio de Matos Júnior em contrato celebrado entre a empresa F.M. da S. Santos com a prefeitura de Rondolândia, visando o fornecimento de serviços de plantão médico. O empresário estaria pagando aos médicos vinculados à empresa um valor menor do previsto no contrato e a diferença ele repassava ao prefeito e à ex-secretária de Saúde.

No mês de agosto, durante cumprimento de mandados de busca e apreensão policiais do Naco e do Gaeco conseguiram apreender com Nélio de Matos Júnior, uma agenda e anotações constando a “contabilidade” da propina que era paga, bem como comprovantes de depósitos feitos em contas correntes de terceiros indicados pelo prefeito e pela ex-secretária.

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Segundo o delegado Rodrigo Azem, que comanda o Grupo Operacional do Naco, depois de ser apreendido todo esse material o empresário resolveu confessar o esquema criminoso. “Ele não teve como negar que pagava a propina desde o início do contrato que foi firmado entre a empresa dele e a prefeitura, embora, muita coisa ele deixou de revelar, porém estamos apurando tudo”, afirmou.

Na ocasião em que os mandados de busca e apreensão foram cumpridos, segundo ele, o prefeito Agnaldo Rodrigues de Carvalho fugiu da cidade ao perceber a movimentação dos policiais em Rondolândia. Na sua casa foram apreendidos não apenas documentos, mas, também armas e munições irregulares.

MOTIVOS DA PRISÃO: De acordo com a ordem judicial, a prisão preventiva ocorrida nesta quarta feira busca garantir a ordem pública, evitar a reiteração criminosa, assegurar a aplicação da lei penal e, também, por conveniência da instrução criminal.

Segundo o coordenador do Naco, procurador de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda, o inquérito policial deverá ser encerrado com a prisão e o interrogatório do prefeito e de outras pessoas envolvidas no esquema. Depois disso, no prazo máximo de quinze dias, será apresentada a denúncia criminal contra os envolvidos perante o Tribunal de Justiça.

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Fonte: MPMT

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