Acesse outros veículos da Rede de Mídias!

TJMT

Plano de 100 dias: Escritórios de Projeto e de Processo são unificados

Com o objetivo de melhorar a rotina de trabalho das unidades judiciais, otimizar a prestação jurisdicional, reduzir o tempo de tramitação de uma ação, e consequentemente baixar o estoque dos processos nas Comarcas, a Coordenadoria de Planejamento (Coplan) está realizando a unificação do Escritório de Projetos com o Escritório de Processos, dando origem ao novo Escritório de Gestão Estratégica.

 
A unificação das duas unidades de área estratégica do Poder Judiciário faz parte do Plano de 100 dias da Gestão 2021/2022, da desembargadora Maria Helena Póvoas, e atende a diretriz de priorizar o Primeiro Grau, onde o cidadão aporta com suas demandas, esperando a solução de seus problemas em um tempo razoável.
 
O coordenador da Coplan, Afonso Maciel, explica que o Escritório de Projetos nasceu em 2012, por exigência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com objetivo de profissionalizar o serviço público, ao promover o fortalecimento da governança e realizar o alinhamento da estratégia organizacional.
 
Já o Escritório de Processos foi criado em 2017 e vem atuando nos três níveis da organização (estratégico, tático e operacional), planejando ações e apoiando a execução dentro das diversas unidades, proporcionando a otimização desses passos, economizando tempo e ganhando produtividade.
 
Um exemplo do bom resultado alcançado com a adoção dessas estratégias é a evolução conquistada pelo TJMT com a “Taxa de Congestionamento”, registrada no relatório Justiça em Números do CNJ. O Judiciário mato-grossense que já foi o penúltimo colocado no ranking nacional, no ano passado apresentou a melhor taxa de congestionamento bruta dos 11 anos da série histórica (2009-2019), ficando em segundo lugar dentre os 10 Tribunais de Justiça estaduais de médio porte, atrás apenas do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios.
 
“Ao longo dos anos o TJMT vem amadurecendo o acompanhamento de projetos com foco na melhoria dos resultados das ações da instituição e a entrega eficiente dos serviços à população. E justamente por isso a Justiça estadual tem sido referência para outros órgãos estaduais e nacionais”, acredita Maciel. “Antes cada escritório trabalhava de forma independente, agora a instituição já tem a maturidade organizacional e pode dar um passo a mais, otimizar o máximo possível a metodologia de gestão de processos, utilizando as melhores práticas de metodologia ágil, com foco na transformação do negócio nos próximos seis anos”, planeja o coordenador da Coplan.
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Determinação: Ministério Público não aceita OAB atuando em processo criminal
Propaganda

Judiciário

Gilmar Mendes faz seu mais duro ataque à Lava Jato e compara força-tarefa ao PCC

 O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, fez seu mais duro ataque à força-tarefa da Operação Lava Jato, ao compará-la ao Primeiro Comando da Capital, uma das maiores organizações criminosas do Brasil, conhecida como PCC.  “O conteúdo das mensagens às vezes dão asco. A ideia, por exemplo, de transferir alguém para um presídio, para que fale ou delate; de alongar a prisão. Veja essa delegada que teria falsificado depoimento. O que isso significa? Conversa de procuradores ou é conversa de gente do PCC? Tudo isso é muito chocante”, disse ele, referindo-se à revelação de que a delegada Érika Marena falsificou um depoimento e de que foi protegida por Deltan Dallagnol.

A declaração foi dada em entrevista aos jornalistas Everton Dantas e Aldemar Freire, da Tribuna do Norte. Gilmar também destacou o papel da mídia brasileira nesse processo. “A mídia de alguma forma foi aliada desse modelo, que se imaginava estar renovando o Brasil. Hoje estamos aprendendo que no fundo eram uns tiranetes, sujeitos que tinham pouca visão da democracia, pouco compromisso com o Direito e, certamente, muito interesse no seu próprio empoderamento. O conteúdo das mensagens às vezes dão asco.”

Leia Também:  Mato Grosso registra 159.726 casos e 4.152 óbitos por Covid-19

O ministro do STF também sugeriu que os integrantes da Lava Jato batam em retirada. “Deviam pedir desculpas às pessoas e irem para casa, porque não são mais dignos de estarem nos locais onde estão. Como é que vão continuar denunciando pessoas?”, questiona. O ministro também foi questionado sobre o caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Não vou entrar no caso Lula agora, porque estamos para julgar essa questão e, certamente, vamos ter que fazer análises em torno desse assunto. O conjunto geral das investigações é esse que todos estão vendo.”

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

vídeo publicitário

LEGISLATIVO

EXECUTIVO

JUDICIÁRIO

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA