Acesse outros veículos da Rede de Mídias!

ONLINE

Peticionamento eletrônico já é possível no TJMT

Apagar as luzes, desligar computadores e ar condicionado, utilizar copos de vidro, diminuir impressões de papel são algumas das ações que contribuem para a economia e sustentabilidade. Esse é o objetivo do Gerenciamento Matricial de Despesas (GMD) ou projeto Economia Legal, desenvolvido nas 79 comarcas de Mato Grosso e nos departamentos do Tribunal de Justiça e que tem surtido efeito entre os servidores quanto à questão do consumo.

O GMD acompanha e controla todos os gastos em todas as unidades judiciárias do Estado que por meio do projeto estimula o consumo e a disputa saudável daqueles que mais economizarem suas despesas. Todo monitoramento e acompanhamento é feito pela Coordenadoria de Planejamento (Coplan) do TJMT.
A gestora geral da Comarca de Alto Garças (357 km ao sul da Cuiabá), Regilene Cajango de Oliveira conta que no Fórum há a conscientização para que todos aqueles que lá trabalham economizem energia, papel e desliguem tudo quando saírem das salas. Ela diz não gostar de desperdício e por isso vê como excelente essa iniciativa do TJ.
“A conscientização nem sempre é fácil, mas é algo que temos que fazer diariamente. Essa ação do tribunal é muito boa, e a nossa expectativa é ganhar algum selo de reconhecimento com as ações que desenvolvemos aqui”, disse a gestora ao se referir da premiação entregue àquelas comarcas ou departamentos que mais reduzem gastos.
A economia também está presente na Comarca de Aripuanã (a 1.002 km a noroeste da Capital), que coloca em prática hábitos que geram grandes efeitos. O assunto é corriqueiro entre os servidores, seja no ambiente de trabalho ou por meio do grupo de whatsapp. Esse trabalho desenvolvido no Fórum, segundo o gestor geral Ricardo Rodrigues Lins é fruto do constante trabalho de conscientização realizado pelo TJ.
“Temos uma determinação do juiz diretor para que haja impressão somente quando for essencial. Diariamente observamos as ações para que possamos economizar ao máximo. Cada servidor usa sua caneca e xícara individuais. Os copos descartáveis são utilizados pelos visitantes, o que facilita a reduzir gastos. Foi uma rotina que não houve resistência, pois não é algo tão complexo ou difícil de se fazer. É um trabalho que vai somar e realizar economia, tanto para o tribunal quanto para a comarca, beneficiando o meio ambiente, refletindo também em economia de recursos que são revertidos em melhoria geral para todos”, comenta.
Selos de Reconhecimento – No início de dezembro deste ano será realizado evento virtual para entrega de premiação às comarcas e departamentos do TJ que mais reduzirem seus gastos de consumo com energia elétrica, telefonia fixa, telefonia móvel, correio, material de consumo e outsourcing (terceirização de impressão) em relação ao ano anterior. Os índices são aferidos no período de novembro de 2019 a outubro de 2020, mesmo com a pandemia da Covid-19.
Critério – Selo Diamante será entregue para quem reduzir em 30% ou mais das despesas; Selo Ouro para redução de gastos entre 15 a 29,99%; Selo Prata para aqueles que atingirem o percentual de economia entre 10 e 14,99% e Selo Bronze para diminuição de 5 a 9,99% das despesas.
Leia matéria mais sobre o assunto:
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Painel informativo sobre andamento das sessões trará facilidade para advogados
Propaganda

Judiciário

Corregedoria lança manual para auxiliar o trabalho do juiz leigo

Todas as informações necessárias para que o juiz leigo do Poder Judiciário de Mato Grosso desenvolva as suas funções de forma correta, célere e eficiente estão disponíveis no “Juiz Leigo Manual do Usuário”. Elaborado pelo Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje), da Corregedoria-Geral da Justiça, o manual traz, em suas 93 páginas, informações úteis para a execução do trabalho diário do juiz leigo, desde os programas e sistemas utilizados pela Justiça Estadual, como Projudi e PJe, até as normas que regem suas atividades. “O manual foi pensado como uma fonte constante de consulta a esses profissionais”, disse o juiz auxiliar da CGJ, Gerardo Humberto Alves Silva Júnior.

A publicação traz, nas primeiras páginas, a visão geral das atividades do juiz leigo, como procedimento para obter sentenças de determinado programa, gerar certidão, confirmação de assinatura, lançamento de nota fiscal e fechamento do mês. Explica o que é e como funciona o Protocolo Administrativo Virtual (PAV), o Processo Judicial eletrônico (PJe), o Processo Judicial Digital (Projudi) e ainda fornece a relação de telefones e e-mails úteis aos profissionais. Por fim, apresenta uma seleção de provimentos, portarias e resoluções atinentes às atividades do juiz leigo.
Todo o processo, desde a escolha dos temas a serem tratados e depois a forma de disponibilizá-los, de maneira clara e objetiva, foi bastante trabalhoso, destacou a diretora do Daje, Karine Márcia Lozich Dias. “Nós fizemos um levantamento de todos os assuntos e dúvidas que eram apresentadas ao nosso departamento pelos juízes leigos, principalmente os que acabavam de ingressar na profissão, e o manual buscou preencher essa lacuna, levando respostas a todas as dúvidas desses profissionais”, ressaltou Karine Dias.
Coordenadora da CGJ, Karine Giacomelli disse que a busca por uma justiça mais célere e eficaz é a principal meta da gestão do corregedor-geral da Justiça, desembargador Luiz Ferreira da Silva. “Diante disso, entendemos a necessidade de atualização constante dos colaboradores e servidores do Poder Judiciário, decorrente, principalmente, dos avanços tecnológicos, como novas ferramentas eletrônicas, mudanças de metodologia de trabalho, atualizações e alterações normativas”, explicou a coordenadora.

 

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  TRE acata pedido e PSL passa a fazer parte de processo de Selma
Continue lendo

vídeo publicitário

LEGISLATIVO

EXECUTIVO

JUDICIÁRIO

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA