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INDICADOR

Vendas no Natal têm o pior resultado desde 2003, segundo o Serasa

De acordo com o Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian , as vendas na semana do Natal de 2020 tiveram uma queda de 10,3% no varejo físico em comparação com os resultados de 2019. Esse é o pior resultado da série histórica, que começou em 2003.

O cálculo considera o período do dia 18 ao dia 24 de dezembro , sendo realizado com base em uma amostra das consultas feitas no banco de dados da Serasa Experian.

O fim de semana dos dias 18 a 20 de dezembro de 2020 registrou queda de 5,6% diante dos dias 20 a 22 do mesmo mês em 2019.

São Paulo conseguiu obter um resultado mais ameno, mesmo que também em queda, do que a maioria do Brasil. O recuo nesse caso foi de 7,8% na semana do Natal e 1% no fim de semana.

Os especialistas da Serasa Experian explicam, em nota, que o aparecimento de uma segunda onda de contaminação de covid-19 afastou o consumidor das lojas.

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Afirmam também que parte das vendas de Natal foi antecipada na Black Friday , onde houve alta de 6,1% no movimento do varejo físico.

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GERAL

Estudo revela empresários otimistas e tendência crescente para indústria em 2021

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou nesta quinta-feira (21) um estudo que demonstrou o otimismo do empresariado brasileiro com investimentos, demandas, exportações e compras de matérias-primas e insumos. A pesquisa foi feita entre 1º e 13 de agosto de 2020, com 1.957 empresas. Dessas, 776 são pequenas, 704 são médias e 477 são de grande porte.

Todos os índices se mantiveram em patamares elevados, acima da linha divisória de 50 pontos. Ou seja, indicam que os empresários seguem com expectativa de crescimento nos próximos seis meses, das vendas aos empregos . É um dos sinais da retomada da economia.

Os indicadores da pesquisa variam de zero a 100 pontos. Quando estão acima dos 50 pontos, indicam aumento. Quando estão abaixo, queda.

Investimentos

A propensão a investir do empresário aumentou em janeiro de 2021. De 59,1 pontos no último mês de 2020 para 59,9 no primeiro de 2021. O índice retoma a trajetória de recuperação que tomou curso ao longo de 2020, acumulando alta de 23,2 pontos desde abril.

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Com a melhora do cenário, os empresários ficam mais dispostos para retomar projetos nos próximos seis meses. A intenção de investimentos aumentou 1,7 ponto na comparação com julho, no auge da pandemia de Covid-19 , e está 4,9 pontos superior à média histórica.

As grandes empresas são as que estão mais propensas a fazer investimentos nos próximos seis meses. Nesse segmento, o indicador de intenção de investimento é de 61,1 pontos, superior à média brasileira.

Produção

O aumento da produção  foi acompanhado do crescimento da utilização da capacidade instalada, que subiu 2 pontos percentuais em relação a junho e ficou em 68% em julho. Isto se observa mais nas grandes empresas, que alcançaram 72%. Nas médias, esse número foi de 67% e, nas pequenas, 61%.

No quarto trimestre de 2020, voltou a melhorar a percepção quanto à situação financeira e o lucro operacional das indústrias, após a grande queda observada nos dois primeiros trimestres de 2020.

O índice de expectativa de compras de insumos e matérias-primas também ficou estável, variando de 56,7 pontos para 57,1 pontos no mesmo período. Já a expectativa de quantidade exportada, também mantida entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021, variou de 54,6 pontos para 54,8 pontos.

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Enquanto isso, a facilidade de acesso ao crédito também avançou no quarto trimestre, com um aumento de 1,1 ponto, que eleva o índice do quarto trimestre de 2020 para 42,6 pontos. Ainda assim, o número segue abaixo daquele observado nos últimos três meses de 2019, de 43,2 pontos. Isto sugere que a facilidade de acesso ao crédito ainda não recuperou os níveis anteriores à crise gerada pela pandemia.

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