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OPERAÇÕES

Silas Malafaia vira sócio de empresário acusado de pirâmide com criptomoedas

O pastor  e empresário Silas Malafaia está começando um novo negócio em sociedade com Francis Silva, um gestor acusado de operar um esquema de pirâmide com criptomoedas . A associação busca incorporar a “Central Gospel” (editora de livros do pastor), à AlvoX Negócios, companhia criada para que um sócio investisse na implementação de softwares e recursos tecnológicos, segundo informou Guilherme Amado, do Metrópoles.

A Central Gospel está em recuperação judicial e a sociedade seria uma forma de angariar recursos para pagar os credores .

O sócio, apesar de adotar o nome Francis, se chama Francisley Valdevino da Silva é fundador da Intergalaxy, empresa acusada por 20 investidores de praticar pirâmide financeira por meio de outra empresa, a Forcount. O esquema se basearia na venda de criptomoedas falsas e sem valor, segundo relatos.

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No site da editora de Malafaia já consta a nova empresa como opção de investimento “mantendo o valor cristão”. O catálogo de produtos mistura livros, produtos relacionados à igreja e outros “seculares”.

“Além dos materiais da Central Gospel, vão ser vendidos perfumes, camisetas, Ômega 3… Por ser uma editora, a Central Gospel não permite a venda desses produtos, por isso criamos essa empresa. O catálogo vai ser gigante e não só de produtos evangélicos”, explicou ao jornalista.

Malafaia afirmou que, se for encontrada qualquer irregularidade na conduta de Francis, ele deixa a sociedade. “Se tiver algum problema na empresa desse cara, eu tiro amanhã. Nem sabia como está essa engrenagem, deixo com o meu advogado. Não tenho rabo preso com ninguém”.

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GERAL

Lira confirma possibilidade de racionamento: “a gente não manda na chuva”

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), vê risco de racionamento de energia neste ano semelhante àquele ocorrido em 2001 no governo Fernando Henrique Cardoso. O presidente também chamou atenção para a alta de preço da conta de luz . A chamada crise do apagão, ocorrida no Brasil entre 2001 e 2002, afetou o fornecimento e distribuição de energia elétrica. A campanha pelo racionamento de energia evitou cortes forçados e blecautes em todo o País. “Se houver a conscientização dos setores de reduzir o consumo na hora do pico, ajuda”, afirmou Lira.

Ele se encontrou com o ministro de Minas e Energia, Beto Albuquerque, nesta terça-feira (15) na Residência Oficial. Segundo o presidente da Câmara, o risco de apagão foi descartado, mas não a alta dos preços. “Não se falou em apagão, falou-se em racionamento, na economia [de energia], a gente não manda na chuva . Mas não acredito que tenha apagão, pode ter energia mais cara por causa do uso das térmicas”, disse.

Lira disse não acreditar que a medida provisória que autoriza a desestatização da Eletrobras possa ter algum dispositivo para ajudar na crise energética. O texto está no Senado e, caso haja alterações, a proposta deve voltar à Câmara. Segundo Lira, o problema agora é o gerenciamento. “A MP da Eletrobras não vai resolver esse problema. O problema é de gerenciamento e reservatório, outras escolhas, de economia, de educação. É melhor você ter um dano controlado do que um dano desorganizado”, ponderou.

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Medidas

Em audiência pública na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (15), diretores da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) afirmaram que as medidas anunciadas pelo governo para garantir o fornecimento de energia elétrica neste ano afastam o risco de racionamento no curto prazo. Entre as medidas anunciadas estão o acionamento de usinas termelétricas disponíveis e o aumento da importação de energia da Argentina e Uruguai.

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