Acesse outros veículos da Rede de Mídias!

RESULTADOS

Salário mínimo maior e imigração não afetam empregos, diz Nobel de Economia

Um dos vencedores do Prêmio Nobel de Economia deste ano foi o economista David Card, nascido no Canadá e professor da Universidade da Califórnia. Os resultados de suas pesquisas mostraram relações de causa e efeito para grandes questões sociais. Ele descobriu, ainda na década de 90, que o aumento do salário mínimo, por exemplo, “não leva necessariamente a menos empregos”. Além disso, também  contribuiu para apurações sobre imigração, que revelaram que o impacto econômico de novos imigrantes é mínimo.

Ele divide o prêmio deste ano com Joshua D. Angrist, professor de economia da Ford no Massachusetts Institute of Technology, e Guido W. Imbens Angrist, professor de economia na Stanford Graduate School of Business.  “A pesquisa dos vencedores ajudou a encontrar a causa e o efeito por trás de certas grandes questões sociais”, disse o comitê.

O motivo pelo prêmio, segundo os organizadores, foi por sua contribuição empírica para a economia do trabalho. O estudo mostrou que um aumento do salário mínimo em Nova Jersey pode até ter impulsionado o crescimento do emprego em restaurantes de fast-food que eram o foco de sua investigação.

Outra descoberta de suas pesquisas indica que poucos dos que vão para os Estados Unidos sem concluir o ensino médio têm probabilidade de ter rendimentos médios iguais aos dos residentes nativos. Mesmo assim, os filhos dos imigrantes nascidos nos EUA acabam ganhando o suficiente para compensar a falta de poder aquisitivo de seus pais.

Leia Também

Em uma entrevista ao New York Times, Card disse: “Sinceramente, acho que os argumentos econômicos contrários ao assunto são de segunda ordem. Eles são quase irrelevantes. ”

Angrist e Imbens ainda mostraram que conclusões sobre causa e efeito podem ser tiradas de experimentos naturais. “A estrutura desenvolvida por eles tem sido amplamente adotada por pesquisadores que trabalham com dados observacionais”, diz o Comitê.

Leia Também:  Cuidados devem ser redobrados para se viajar com segurança na pandemia

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

GERAL

Rondonópolis está há 6 dias sem mortes por covid-19

Estadão Mato Grosso – Da redação

Desde a última sexta-feira, 15 de outubro, Rondonópolis (214,6 km de Cuiabá) não registra nenhum óbito por covid-19, um dos maiores períodos sem mortes em decorrência do vírus desde março do ano passado. O feito é ainda mais positivo quando se observa o esvaziamento de leitos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) como consequência da queda no número de infectados no município.

Rondonópolis já teve 38.231 casos confirmados do novo coronavírus, destes, 37.103 se recuperaram e 942 perderam a vida. No momento, há 144 casos ativos no município. Nesta quarta-feira (20), a ocupação dos leitos é de 20%, bem diferente do cenário encontrado durante a segunda onda da pandemia, entre janeiro e março deste ano, quando o sistema de saúde colapsou em todo o país.

Para o médico infectologista Luciano Corrêa, isso é reflexo da vacinação em massa que vem ocorrendo progressivamente. “Nós só passamos a ter mais tranquilidade com o vírus quando a vacinação avançou. Isso significa que a vacina tem eficácia. A única maneira que existe de controlar a doença é a imunização em massa da população. O objetivo dessa e de qualquer vacina é garantir o poder imunogênico para a grande maioria da população”, explica o médico.

Leia Também:  CCJ faz novo debate com servidores sobre reforma administrativa

Ao todo, 287.300 doses de vacinas contra a covid-19 foram aplicadas, sendo 182.146 da primeira dose e 105.154 da segunda dose. Durante esta semana, o cronograma de vacinação tem como foco a aplicação da segunda dose da Pfizer para vacinados em até 21 de agosto, 1ª dose para adolescentes acima de 12 anos e a dose de reforço para pessoas idosas (acima de 60 anos) que tenham tomado a segunda dose há seis meses.

Algumas das medidas implantadas foram o patrulhamento para evitar que as pessoas se aglomerassem, a exigência no uso de máscaras em locais públicos e o incentivo desde o início a campanha de vacinação para ampliar cada vez mais o número de pessoas imunizadas.

Passaporte da vacina

A partir desta quarta-feira (20) a fiscalização do cumprimento da obrigatoriedade de apresentação do passaporte da vacina em locais com circulação de mais de 50 pessoas será intensificada. A ação estará focada em estabelecimentos como supermercados, atacadistas, shopping, comércio e empresas.

Além disso, também será promovida fiscalização em eventos quanto ao cumprimento dos protocolos de biossegurança, dos horários estabelecidos em decreto e número de pessoas. O decreto municipal permite que os estabelecimentos funcionem até à meia-noite.

Leia Também:  Semob revitaliza sinalização viária na região do Coxipó do Ouro

Para ingressar nesses estabelecimentos, é obrigatório a apresentação de comprovante de vacinação completa (1ª e 2ª dose) contra a covid-19 ou exame RT-PCR, não detectável, com intervalo de até 48h e documento pessoal com foto.

O decreto municipal atualmente em vigência estabelece ainda que os eventos sociais, corporativos, empresariais, técnicos e científicos, igrejas, templos e congêneres, cinemas, museus e a prática de esportes coletivos são permitidos, respeitado o limite de 50% da capacidade máxima do local, não podendo ultrapassar o total de mil pessoas presentes.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

vídeo publicitário

LEGISLATIVO

EXECUTIVO

JUDICIÁRIO

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA