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CERTIFICAÇÃO

Prova de vida do INSS é retomada e idoso vai de maca fazer validação

Um idoso de 80 anos foi de maca até uma das agências do Banco do Brasil (BB) em Piripiri (PI) para fazer a prova de vida do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) . O banco informou ao G1 que não prestou qualquer tipo de orientação para que a prova de vida do idoso fosse realizada  presencialmente .

O caso aconteceu na sexta-feira (4), 3 dias após o retorno da obrigatoriedade da comprovação. A prova de vida segue o  calendário estipulado pelo INSS e, em caso de descumprimento, a aposentadoria deixa de ser paga pelo órgão.

É possível realizar a prova pelo  aplicativo Meu INSS ou pelo Caixa Eletrônico , mas familiares do aposentado disseram que não conseguiram realizar a operação.

“Fazer prova de vida de um idoso acamado durante uma pandemia? Não teria um funcionário capacitado para ir na casa do idoso neste caso específico?”, questionaram os familiares.

O idoso está de cama há mais de um ano, devido a problemas locomotores obtidos após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

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GERAL

Lira confirma possibilidade de racionamento: “a gente não manda na chuva”

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), vê risco de racionamento de energia neste ano semelhante àquele ocorrido em 2001 no governo Fernando Henrique Cardoso. O presidente também chamou atenção para a alta de preço da conta de luz . A chamada crise do apagão, ocorrida no Brasil entre 2001 e 2002, afetou o fornecimento e distribuição de energia elétrica. A campanha pelo racionamento de energia evitou cortes forçados e blecautes em todo o País. “Se houver a conscientização dos setores de reduzir o consumo na hora do pico, ajuda”, afirmou Lira.

Ele se encontrou com o ministro de Minas e Energia, Beto Albuquerque, nesta terça-feira (15) na Residência Oficial. Segundo o presidente da Câmara, o risco de apagão foi descartado, mas não a alta dos preços. “Não se falou em apagão, falou-se em racionamento, na economia [de energia], a gente não manda na chuva . Mas não acredito que tenha apagão, pode ter energia mais cara por causa do uso das térmicas”, disse.

Lira disse não acreditar que a medida provisória que autoriza a desestatização da Eletrobras possa ter algum dispositivo para ajudar na crise energética. O texto está no Senado e, caso haja alterações, a proposta deve voltar à Câmara. Segundo Lira, o problema agora é o gerenciamento. “A MP da Eletrobras não vai resolver esse problema. O problema é de gerenciamento e reservatório, outras escolhas, de economia, de educação. É melhor você ter um dano controlado do que um dano desorganizado”, ponderou.

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Medidas

Em audiência pública na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (15), diretores da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) afirmaram que as medidas anunciadas pelo governo para garantir o fornecimento de energia elétrica neste ano afastam o risco de racionamento no curto prazo. Entre as medidas anunciadas estão o acionamento de usinas termelétricas disponíveis e o aumento da importação de energia da Argentina e Uruguai.

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