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UNIDADE DE TERAPIA

Portarias liberam recursos para 2.853 leitos de UTI e Suporte Ventilatório Pulmonar

Portarias publicadas nesta terça-feira, 8 de junho, autorizam leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e de Suporte Ventilatório Pulmonar para atendimento exclusivo a pacientes com Covid-19. Ao todo, foram liberados recursos que somam mais de R$ 60 milhões referentes ao mês de maio para 2.853 novas estruturas.

As Portarias 1.133/20211.334/20211.335/20211.337/2021 liberam 2.212 leitos de Suporte Ventilatório Pulmonar em caráter excepcional e temporário. Já os 641 leitos de UTI foram autorizados pelas portarias 1.147/20211.149/2021 e 1.150/2021.

Os recursos orçamentários fazem parte do Programa de Trabalho – Atenção à Saúde da População para Procedimentos em Média e Alta Complexidade. Dúvidas dos gestores e demais agentes municipais podem ser esclarecidas pela área técnica da Saúde da Confederação Nacional de Municípios (CNM), disponível no telefone (61) 2101-6005 ou pelo e-mail: [email protected]

Fonte: AMM

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GERAL

Lira confirma possibilidade de racionamento: “a gente não manda na chuva”

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), vê risco de racionamento de energia neste ano semelhante àquele ocorrido em 2001 no governo Fernando Henrique Cardoso. O presidente também chamou atenção para a alta de preço da conta de luz . A chamada crise do apagão, ocorrida no Brasil entre 2001 e 2002, afetou o fornecimento e distribuição de energia elétrica. A campanha pelo racionamento de energia evitou cortes forçados e blecautes em todo o País. “Se houver a conscientização dos setores de reduzir o consumo na hora do pico, ajuda”, afirmou Lira.

Ele se encontrou com o ministro de Minas e Energia, Beto Albuquerque, nesta terça-feira (15) na Residência Oficial. Segundo o presidente da Câmara, o risco de apagão foi descartado, mas não a alta dos preços. “Não se falou em apagão, falou-se em racionamento, na economia [de energia], a gente não manda na chuva . Mas não acredito que tenha apagão, pode ter energia mais cara por causa do uso das térmicas”, disse.

Lira disse não acreditar que a medida provisória que autoriza a desestatização da Eletrobras possa ter algum dispositivo para ajudar na crise energética. O texto está no Senado e, caso haja alterações, a proposta deve voltar à Câmara. Segundo Lira, o problema agora é o gerenciamento. “A MP da Eletrobras não vai resolver esse problema. O problema é de gerenciamento e reservatório, outras escolhas, de economia, de educação. É melhor você ter um dano controlado do que um dano desorganizado”, ponderou.

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Medidas

Em audiência pública na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (15), diretores da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) afirmaram que as medidas anunciadas pelo governo para garantir o fornecimento de energia elétrica neste ano afastam o risco de racionamento no curto prazo. Entre as medidas anunciadas estão o acionamento de usinas termelétricas disponíveis e o aumento da importação de energia da Argentina e Uruguai.

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