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SEGUNDA FASE

Municípios Prato Cheio: cadastro de famílias pode ser feito até dia 30 de novembro

O cadastro de famílias carentes para receber itens básicos de higiene e alimentação, pelo Projeto Municípios Prato Cheio, foi prorrogado para o dia 30 de novembro. A indicação dos beneficiários deve ser feita pelos conselhos de assistência social dos Municípios participantes da segunda fase da programa, uma vez que eles acompanham a situação de vulnerabilidade local.
A previsão é investir R$ 8.827.500 para atender, pelo menos, 176.550 famílias de 346 Municípios. No entanto, o valor e a quantidade de atendidos podem ser ainda maiores, se as doações feitas por pessoas jurídica ou física aumentarem. Lembrando que o projeto deseja beneficiar 1,3 milhão de famílias de 3.399 Municípios, ao final da ação.
Na primeira fase, 22.143 famílias de 30 Municípios com menos de 50 mil habitantes e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) baixo foram validadas. Nessas localidades, concentram-se os mais vulneráveis do país com maior dificuldade de acesso às políticas sociais.
Estratégia
Em todas as etapas, a estratégia é comprar os produtos no comércio local para ajudar a mitigar os efeitos sociais da pandemia causada pelo novo Coronavírus (Covid-19), é fortalecer a cultura de solidariedade e da compra local. É possível acompanhar o andamento da iniciativa e doar pelo site do projeto.
O projeto é iniciativa da Confederação Nacional de Municípios (CNM) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), a Associação os Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), a Fundação Banco do Brasil (FBB), a Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB) e a Fundação Hermann Hering.
Os gestores dos Município contemplados nesta etapa podem entrar em contato com a CNM para mais informações, pelo telefone (61) 2101-6000, caso ainda não tenham recebido orientações para cadastro das famílias por e-mail.

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Fonte: AMM

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GERAL

Dono da Havan recebe apoio de Eduardo Bolsonaro ao dizer que vai abrir lojas

O empresário Luciano Hang , dono da rede de lojas Havan , disse que o fechamento de estabelecimentos comerciais durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) é “hipocrisia” e que não se pode mais “fazer política com os brasileiros”.

“Esse é um recado que eu quero passar para todo comerciante desse Brasil. Não vamos fechar mais. Eu conclamo todos os comerciantes e todas as pessoas de bem deste Brasil. Nós não vamos fechar mais. Chega de hipocrisia”, afirmou Hang.

O vídeo no qual o empresário faz essas declarações foi compartilhado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), com o comentário “apoiado”.

Enquanto uma vacina para a Covid-19 não é aprovada, o isolamento social e a não realização de aglomerações para evitar que a doença se espalhe. O uso de máscaras ainda permanece como recomendação das autoridades sanitárias.

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