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LIMITE É O CÉU

Dólar fecha a R$ 5,50, maior valor em dois meses; Bolsa recua

Em um dia marcado pela tensão internacional, o dólar superou a barreira de R$ 5,50 e fechou no maior nível em dois meses. A bolsa de valores caiu, interrompendo a sequência de recordes registrada na semana passada.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira vendido a R$ 5,504, com alta de R$ 0,087 (+1,61%). A cotação está no maior valor desde 5 de novembro, quando tinha fechado em R$ 5,54.

A divisa operou em alta durante toda a sessão. No início da tarde, o Banco Central (BC) entrou no mercado e leiloou US$ 500 milhões em operações de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. A intervenção conteve a alta da moeda norte-americana apenas por alguns minutos. A cotação continuou a ganhar tração à tarde.

No mercado de ações, a bolsa de valores distanciou-se do otimismo dos últimos dias e caiu, num movimento global de correção de preços. O índice Ibovespa , da B3, fechou a segunda-feira aos 123.255 pontos, com recuo de 1,46%.

A sessão foi marcada pela correção de preços que se valorizaram muito nos últimos dias, como bolsas, moedas de países emergentes e petróleo. Os investidores também acompanham o avanço da pandemia de covid-19 no planeta, com recorde de morte diárias nos Estados Unidos e em diversos países da Europa e a disseminação de variantes mais transmissíveis do novo coronavírus. Na China continental, o número de casos diários chegou no último domingo (10) ao nível mais alto em cinco meses.

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GERAL

Estudo revela empresários otimistas e tendência crescente para indústria em 2021

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou nesta quinta-feira (21) um estudo que demonstrou o otimismo do empresariado brasileiro com investimentos, demandas, exportações e compras de matérias-primas e insumos. A pesquisa foi feita entre 1º e 13 de agosto de 2020, com 1.957 empresas. Dessas, 776 são pequenas, 704 são médias e 477 são de grande porte.

Todos os índices se mantiveram em patamares elevados, acima da linha divisória de 50 pontos. Ou seja, indicam que os empresários seguem com expectativa de crescimento nos próximos seis meses, das vendas aos empregos . É um dos sinais da retomada da economia.

Os indicadores da pesquisa variam de zero a 100 pontos. Quando estão acima dos 50 pontos, indicam aumento. Quando estão abaixo, queda.

Investimentos

A propensão a investir do empresário aumentou em janeiro de 2021. De 59,1 pontos no último mês de 2020 para 59,9 no primeiro de 2021. O índice retoma a trajetória de recuperação que tomou curso ao longo de 2020, acumulando alta de 23,2 pontos desde abril.

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Com a melhora do cenário, os empresários ficam mais dispostos para retomar projetos nos próximos seis meses. A intenção de investimentos aumentou 1,7 ponto na comparação com julho, no auge da pandemia de Covid-19 , e está 4,9 pontos superior à média histórica.

As grandes empresas são as que estão mais propensas a fazer investimentos nos próximos seis meses. Nesse segmento, o indicador de intenção de investimento é de 61,1 pontos, superior à média brasileira.

Produção

O aumento da produção  foi acompanhado do crescimento da utilização da capacidade instalada, que subiu 2 pontos percentuais em relação a junho e ficou em 68% em julho. Isto se observa mais nas grandes empresas, que alcançaram 72%. Nas médias, esse número foi de 67% e, nas pequenas, 61%.

No quarto trimestre de 2020, voltou a melhorar a percepção quanto à situação financeira e o lucro operacional das indústrias, após a grande queda observada nos dois primeiros trimestres de 2020.

O índice de expectativa de compras de insumos e matérias-primas também ficou estável, variando de 56,7 pontos para 57,1 pontos no mesmo período. Já a expectativa de quantidade exportada, também mantida entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021, variou de 54,6 pontos para 54,8 pontos.

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Enquanto isso, a facilidade de acesso ao crédito também avançou no quarto trimestre, com um aumento de 1,1 ponto, que eleva o índice do quarto trimestre de 2020 para 42,6 pontos. Ainda assim, o número segue abaixo daquele observado nos últimos três meses de 2019, de 43,2 pontos. Isto sugere que a facilidade de acesso ao crédito ainda não recuperou os níveis anteriores à crise gerada pela pandemia.

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