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DEBATE

CCJ faz novo debate com servidores sobre reforma administrativa

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados promove mais uma audiência pública sobre a reforma administrativa (PEC 32/20), nesta sexta-feira (7).

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O debate ocorre no plenário 1, a partir das 9 horas, e será dividido em três blocos:

Para o 1º bloco, das 9h às 11h, foram convidados:

  • presidente nacional do Sindicato Nacional Dos Funcionários do Banco Central, Fabio Faiad Bottini;
  • presidente do Sindicato dos Procuradores da Fazenda, José Ernane de Souza Brito.

Para o 2º bloco, das 11h às 13h:

  • vice-presidente da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais, Marcelo Azevedo;
  • presidente da Confederação Brasileira dos Trabalhadores(as) Policiais Civis, André Luiz Gutierrez.

Para o 3º bloco, das 14h às 16h:

  • Presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, Luís Antônio de Araújo Boudens;
  • Assessor jurídico da Federação Nacional dos Auditores e Fiscais de Tributos Municipais, Nazário Nicolau Maia Gonçalves de Faria.

Da Redação – GM

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GERAL

Lira confirma possibilidade de racionamento: “a gente não manda na chuva”

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), vê risco de racionamento de energia neste ano semelhante àquele ocorrido em 2001 no governo Fernando Henrique Cardoso. O presidente também chamou atenção para a alta de preço da conta de luz . A chamada crise do apagão, ocorrida no Brasil entre 2001 e 2002, afetou o fornecimento e distribuição de energia elétrica. A campanha pelo racionamento de energia evitou cortes forçados e blecautes em todo o País. “Se houver a conscientização dos setores de reduzir o consumo na hora do pico, ajuda”, afirmou Lira.

Ele se encontrou com o ministro de Minas e Energia, Beto Albuquerque, nesta terça-feira (15) na Residência Oficial. Segundo o presidente da Câmara, o risco de apagão foi descartado, mas não a alta dos preços. “Não se falou em apagão, falou-se em racionamento, na economia [de energia], a gente não manda na chuva . Mas não acredito que tenha apagão, pode ter energia mais cara por causa do uso das térmicas”, disse.

Lira disse não acreditar que a medida provisória que autoriza a desestatização da Eletrobras possa ter algum dispositivo para ajudar na crise energética. O texto está no Senado e, caso haja alterações, a proposta deve voltar à Câmara. Segundo Lira, o problema agora é o gerenciamento. “A MP da Eletrobras não vai resolver esse problema. O problema é de gerenciamento e reservatório, outras escolhas, de economia, de educação. É melhor você ter um dano controlado do que um dano desorganizado”, ponderou.

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Medidas

Em audiência pública na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (15), diretores da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) afirmaram que as medidas anunciadas pelo governo para garantir o fornecimento de energia elétrica neste ano afastam o risco de racionamento no curto prazo. Entre as medidas anunciadas estão o acionamento de usinas termelétricas disponíveis e o aumento da importação de energia da Argentina e Uruguai.

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