Acesse outros veículos da Rede de Mídias!

NOVA GESTÃO

Banco do Brasil: Novo presidente promove trocas na cúpula da instituição

O novo presidente do Banco do Brasil (BB), Fausto Ribeiro, deu início nesta terça-feira (13) às trocas na cúpula da instituição. Em comunicado ao mercado, o BB informou que José Ricardo Fagonde Forni ocupará a vice-presidência de Gestão Financeira e Relações com Investidores. Ele era diretor de Suprimentos Infraestrutura e Patrimônio.

Forni assumirá a vaga de Carlos José da Costa André e Ferreira, de Mauro Ribeiro Neto.

O mesmo comunicado informa também que o diretor de Governo, Ênio Mathias Ferreira, foi promovido a vice-presidente Corporativo.

Ao todo, o BB dispõe de sete vice-presidências e mais da metade deverá ser substituída por Fausto Ribeiro, que pretende fazer indicações políticas, mais alinhadas ao seu perfil.

Ribeiro era presidente da BB Consórcios e assumiu o comando do BB no lugar do executivo André Brandão. Em carta aos funcionários, declarou que vai atuar de forma “integrada e sinérgica” com as diretrizes do presidente Jair Bolsonaro.

No documento, ressaltou ainda que pretende resgatar o papel do BB como banco público e dar continuidade à política de desinvestimento.

Leia Também:  Projeto reduz em 10% alíquotas de Simples Nacional até final de 2020

Um dos motivos para a troca do comando do BB foi o plano de estruturação do banco anunciado por Brandão em janeiro e que previa o fechamento de 361 agências, além de estímulos de demissão voluntária para reduzir despesas e melhorar o resultado do banco. O projeto desagradou Bolsonaro, que pediu a cabeça de Brandão.

Para fontes ligadas ao BB, as primeiras trocas indicam perda para administração do banco porque os indicados não teriam preparo suficiente para as novas funções.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

GERAL

Ministério da Economia diz que pandemia se estabilizou e não espera  agravamento

Um ofício do Ministério da Economia , encaminhado à CPI da Covid, aponta que não alocou recursos orçamentários para o combate à Covid-19 em 2021 porque o governo federal subestimou o impacto da doença neste ano. Segundo o documento, a previsão de alocação de valores tornou-se incerta porque no momento da elaboração do orçamento não se vislumbrou a continuidade ou o crescimento da pandemia no patamar atingido em 2021.

No documento, o Ministério explicou que o governo optou por continuar utilizando créditos extraordinários, destinados a gastos imprevisíveis, em 2021, em razão da incerteza da pandemia . Segundo a pasta, a doença se tornou um fenômeno imprevisível, sobre o qual pesam um grande número de variáveis, como as diferenças entre as regiões do país.

“É fundamentalmente por esse motivo que as dotações específicas para o combate à pandemia foram, ao menos em regra, veiculadas por créditos extraordinários”, analisou a equipe técnica da Secretaria de Orçamento .

Créditos extraordinários são aqueles realizados pelo governo para lidar com gastos urgentes e imprevisíveis, como foi o caso do coronavírus em 2020, visto que a chegada da pandemia não poderia estar presente no orçamento . Senadores questionam, entretanto, por que os valores não foram previstos para 2021, quando a doença já estava no país há nove meses.

Leia Também:  Pelo WhatsApp, Justiça Eleitoral coloca todas as informações sobre as Eleições

O Ministério da Economia justificou que essa estratégia permite que os gastos com a Covid-19 sejam analisados separadamente e não sejam incluídos em gastos orçamentários mais gerais. Além disso, de acordo com a pasta, foram alocados ao orçamento da União créditos e emendas parlamentares que, somados, chegam a R$ 86,5 bilhões. Os valores, segundo o ministério, serão destinados ao combate à pandemia.

Um dia após a instalação da CPI da Covid, no final de abril, o ministro da Economia, Paulo Guedes, já tinha admitido que contava com o fim da pandemia em 2021, e disse que “erros foram cometidos por todos os lados”.

“Todo mundo achou que a pandemia estava indo embora. Não adianta atacar só o governo federal. Estamos juntos nessa batalha. Não é hora de jogar pedra nos outros”, disse na ocasião.

Em outubro de 2020, Guedes afirmou, em audiência no Senado, que a pandemia estava caindo e que a economia estava se recuperando.

“A doença está descendo, a economia está voltando, está voltando em V. A criação de empregos está se dando em ritmo bastante impressionante”, disse Guedes na ocasião.

Em junho do ano passado, o secretário de política econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, declarou que as medidas emergenciais tomadas pelo governo para atenuar os efeitos da pandemia tinham data para acabar em dezembro de 2020.

Leia Também:  Senado, STF e Palácio do Planalto entram em nova rota de colisão

“Não podemos transformar uma crise transitória em permanente. Essa crise transitória tem data para acabar. As medidas terminam, inevitavelmente, até o fim de 2020”, afirmou.

Em novembro, apesar de já haver tendência de crescimento de casos e mortes de Covid-19, Guedes reforçou que a doença “cedeu” e negou que o país estivesse passando por uma segunda onda de contaminações.

“A doença desceu, é um fato. Alguns dizem agora “não, mas está voltando, (está havendo) segunda onda”. Espera aí. Nós tínhamos 1.300 mortes por dia, 1.200, 1.000, 900, 700, 500, 300… E agora parece que está havendo um repique. Mas vamos observar. São ciclos”, disse Guedes.

No Congresso, parlamentares criticaram a postura de Guedes e da equipe econômica ao subestimar a duração e os impactos da pandemia. A leitura é de que, ao demorar para renovar o auxílio emergencial, o governo demonstrou que não esperava uma segunda onda da doença.

Nesta semana, o GLOBO revelou que outros setores do governo federal também subestimaram o impacto da pandemia. Uma propaganda contratada pelo Ministério das Comunicações, por exemplo, teve que ser suspensa porque seu objetivo era retratar o Brasil superando a doença, bem como a recuperação econômica.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

vídeo publicitário

LEGISLATIVO

EXECUTIVO

JUDICIÁRIO

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA