Acesse outros veículos da Rede de Mídias!

MAIS AGILIDADE

Atendimento no Detran-MT exige prévio agendamento; entenda o passo a passo

O sistema de agendamento no site do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) tem a finalidade de evitar aglomeração e seguir diretrizes de segurança contra a contaminação pelo coronavírus. Para todo e qualquer atendimento presencial é necessário que seja feito anteriormente um agendamento para que o cidadão consiga realizar o serviço.

Criado pela Coordenadoria de Tecnologia da Informação do Detran-MT, esse sistema foi instituído a fim de retomar os serviços presenciais em todas as unidades do Detran no Estado. O atendimento vem sendo realizado desta forma como garantia de que as regras de distanciamento e segurança para o enfrentamento à Covid-19 sejam cumpridas.

O empresário Cesar Renato de Souza esteve na sede do Detran-MT em Cuiabá e confirmou que o cadastro foi realizado de forma muito rápida.

“Seria muito bom continuar com esse atendimento por agendamento, mesmo que a pandemia acabe. Dessa forma está bem rápido. Fiz o agendamento com tranquilidade, cheguei no horário agendado e todo o atendimento, desde minha chegada até a saída, no total levei 20 minutos”, disse Cesar.

Leia Também:  Para facilitar transplantes, projeto estabelece doação presumida de órgãos

Por isso a Autarquia reitera a importância do agendamento e o cumprimento do horário marcado, além de sugerir que o usuário evite chegar muito tempo antes para que também não haja aglomeração.

Números de agendamentos

Os atendimentos por agendamento vêm sendo realizados desde de abril, quando alguns casos do novo coronavírus começaram a aparecer no Estado. No primeiro mês em que o sistema foi implantado foram realizados 15.360 agendamentos. No mês de maio, período em que foi registrado um grande aumento, foram realizados 64.135 atendimentos. No mês de junho foi registrada uma pequena diminuição, com 60.472 atendimentos. Em julho, 27.353. E do início do mês de agosto até o momento foram realizados mais de 28 mil agendamentos.

Os agendamentos continuarão a ser realizados somente pelo site oficial do Detran-MT enquanto durar a pandemia. Caso seja necessário tirar alguma dúvida sobre os serviços prestados, os usuários podem entrar em contato pelo telefone (65) 3615-800 ou pelo e-mail [email protected]

Como realizar o agendamento

Para todo e qualquer atendimento presencial nas unidades do Detran é necessário que seja feito agendamento. Para conseguir realizar o agendamento, basta entrar no site oficial do Detran-MT (https://www.detran.mt.gov.br). Na página principal, aparece uma mensagem de tela (popup) sobre o agendamento.

Leia Também:  Governo de Mato Grosso receberá 7.020 doses da vacina Pfizer

O usuário deve clicar e, na página seguinte, é necessário incluir nome completo, o número do Cadastro de Pessoas Física (CPF), número de telefone fixo ou celular, além de e-mail para contato. O usuário deve optar também pela unidade em que pretende realizar o serviço, assim como data e horário. Para encerrar, basta confirmar “não ser um robô” e clicar em “agendar”, ao fim do cadastro.

É importante que o cidadão não esqueça de anotar a data, horário e local que escolheu o atendimento presencial pois a Autarquia não tem como reenviar as informações.

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

GERAL

Ministério da Economia diz que pandemia se estabilizou e não espera  agravamento

Um ofício do Ministério da Economia , encaminhado à CPI da Covid, aponta que não alocou recursos orçamentários para o combate à Covid-19 em 2021 porque o governo federal subestimou o impacto da doença neste ano. Segundo o documento, a previsão de alocação de valores tornou-se incerta porque no momento da elaboração do orçamento não se vislumbrou a continuidade ou o crescimento da pandemia no patamar atingido em 2021.

No documento, o Ministério explicou que o governo optou por continuar utilizando créditos extraordinários, destinados a gastos imprevisíveis, em 2021, em razão da incerteza da pandemia . Segundo a pasta, a doença se tornou um fenômeno imprevisível, sobre o qual pesam um grande número de variáveis, como as diferenças entre as regiões do país.

“É fundamentalmente por esse motivo que as dotações específicas para o combate à pandemia foram, ao menos em regra, veiculadas por créditos extraordinários”, analisou a equipe técnica da Secretaria de Orçamento .

Créditos extraordinários são aqueles realizados pelo governo para lidar com gastos urgentes e imprevisíveis, como foi o caso do coronavírus em 2020, visto que a chegada da pandemia não poderia estar presente no orçamento . Senadores questionam, entretanto, por que os valores não foram previstos para 2021, quando a doença já estava no país há nove meses.

Leia Também:  100% virtual: comarca de Aripuanã conclui digitalização de todo acervo físico

O Ministério da Economia justificou que essa estratégia permite que os gastos com a Covid-19 sejam analisados separadamente e não sejam incluídos em gastos orçamentários mais gerais. Além disso, de acordo com a pasta, foram alocados ao orçamento da União créditos e emendas parlamentares que, somados, chegam a R$ 86,5 bilhões. Os valores, segundo o ministério, serão destinados ao combate à pandemia.

Um dia após a instalação da CPI da Covid, no final de abril, o ministro da Economia, Paulo Guedes, já tinha admitido que contava com o fim da pandemia em 2021, e disse que “erros foram cometidos por todos os lados”.

“Todo mundo achou que a pandemia estava indo embora. Não adianta atacar só o governo federal. Estamos juntos nessa batalha. Não é hora de jogar pedra nos outros”, disse na ocasião.

Em outubro de 2020, Guedes afirmou, em audiência no Senado, que a pandemia estava caindo e que a economia estava se recuperando.

“A doença está descendo, a economia está voltando, está voltando em V. A criação de empregos está se dando em ritmo bastante impressionante”, disse Guedes na ocasião.

Em junho do ano passado, o secretário de política econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, declarou que as medidas emergenciais tomadas pelo governo para atenuar os efeitos da pandemia tinham data para acabar em dezembro de 2020.

Leia Também:  Após perder domínio, Petrobras aprova venda total de ações na BR Distribuidora

“Não podemos transformar uma crise transitória em permanente. Essa crise transitória tem data para acabar. As medidas terminam, inevitavelmente, até o fim de 2020”, afirmou.

Em novembro, apesar de já haver tendência de crescimento de casos e mortes de Covid-19, Guedes reforçou que a doença “cedeu” e negou que o país estivesse passando por uma segunda onda de contaminações.

“A doença desceu, é um fato. Alguns dizem agora “não, mas está voltando, (está havendo) segunda onda”. Espera aí. Nós tínhamos 1.300 mortes por dia, 1.200, 1.000, 900, 700, 500, 300… E agora parece que está havendo um repique. Mas vamos observar. São ciclos”, disse Guedes.

No Congresso, parlamentares criticaram a postura de Guedes e da equipe econômica ao subestimar a duração e os impactos da pandemia. A leitura é de que, ao demorar para renovar o auxílio emergencial, o governo demonstrou que não esperava uma segunda onda da doença.

Nesta semana, o GLOBO revelou que outros setores do governo federal também subestimaram o impacto da pandemia. Uma propaganda contratada pelo Ministério das Comunicações, por exemplo, teve que ser suspensa porque seu objetivo era retratar o Brasil superando a doença, bem como a recuperação econômica.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

vídeo publicitário

LEGISLATIVO

EXECUTIVO

JUDICIÁRIO

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA