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Secretário: Profissionais da saúde estão exaustos; de que vale tanto esforço?

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, fez um desabafo em suas redes sociais, nesta segunda-feira (1°), falando sobre o “pouco caso” que os cidadãos mato-grossenses têm feito com a pandemia da covid-19. Ele ressalta que o Executivo tem se esforçado para criar estrutura para atender a população e que os profissionais estão no limite, mas sem colaboração popular.
“Os profissionais da saúde estão exaustos e os gestores têm se esforçado muito para criar a melhor estrutura para atender a população em tempo de pandemia. Agora, de que vale tanto esforço se o povo não ajuda? Pessoal, vamos colaborar e evitar as aglomerações”, desabafou
Gilberto alerta que a ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) já chegou a 88,98%, mesmo tendo sido criados 80 leitos nos últimos 20 dias.
“É muito triste ver as nossas UTIs cheias. Fica aqui o meu apelo a toda sociedade: sigam as recomendações de biossegurança! Use máscara, higienize as mãos e não aglomere”, pede.
Veja:

RepórterMT/Reprodução

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Desabafo foi feito nas redes sociais.

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Por: RepórterMT

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Executivo

Lira nega que Bolsonaro precise viajar para sancionar Orçamento

O presidente da  Câmara dos Deputados , Arthur Lira  (PP-AL), disse que o Orçamento da União deste ano será tratado com responsabilidade pelos parlamentares. Segundo ele, o País vive um momento econômico grave e de crise sanitária.

Lira negou informação publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo, que afirmou que  Bolsonaro  poderia viajar para fora do País, juntamente com o vice-presidente, Hamilton Mourão , para que ele (Lira) sancionasse o Orçamento.

Na ausência do presidente e do vice, o presidente da Câmara assume a Presidência da República.

A reportagem afirma que essa solução foi pensada para que resolver o impasse da sanção da lei orçamentária. O presidente Jair Bolsonaro tem até o dia 22 de abril para sancioná-la ou não.

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O texto causa polêmica devido a cortes feitos em despesas obrigatórias e é alvo de negociação entre Executivo e Legislativo.

Os cortes em despesas obrigatórias da Previdência, do auxílio-doença e do seguro-desemprego seriam para gastos com pleitos de parlamentares.

Estudos da Câmara e do Senado apresentam sugestões para ajustar Orçamento deste ano

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“O País vive um momento grave de perdas e crise sanitária. O Orçamento é crucial e será tratado por mim e pela Câmara com responsabilidade. Desminto com veemência o conteúdo desta matéria do Estadão. O cidadão merece uma apuração sem ‘disse me disse’ e calcada na verdade”, afirmou Lira por meio de suas redes sociais.

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