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FREDERICO CAMPOS

Governo lamenta morte do ex-governador Frederico Campos e decreta luto oficial

O Governo de Mato Grosso lamenta a morte do ex-governador do Estado e ex-prefeito de Cuiabá, Frederico Campos, vítima de complicações da Covid-19, aos 93 anos. O governador Mauro Mendes irá decretar luto oficial de três dias, que será publicado no Diário Oficial do Estado.

Frederico Campos estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital de Cuiabá, desde 19 de fevereiro, mas não resistiu às complicações da doença.

Para o governador e a primeira-dama Virginia Mendes, Frederico deixa um legado na política e na história de Mato Grosso. Ele foi o segundo governador do Estado, após a divisão com Mato Grosso do Sul, em 1977.

“É com grande tristeza que recebemos a notícia da morte do ex-governador Frederico Campos. Mesmo sem cargos públicos, nos últimos anos, nunca se afastou da política e sempre tinha um conselho, uma orientação, para aqueles que estavam começando. Eu e minha esposa desejamos força neste momento de luto à toda família e que Deus possa abençoa-lo e recebe-lo de braços abertos”, desejaram Mauro e Virginia Mendes.

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Frederico assumiu o Governo de Mato Grosso entre os anos de 1979 a 1983, indicado pelo então presidente Ernesto Geisel. Em 1988, foi eleito prefeito de Cuiabá e governou o município entre os anos de 1989 a 1993.

Fonte: GOV MT

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Executivo

Lira nega que Bolsonaro precise viajar para sancionar Orçamento

O presidente da  Câmara dos Deputados , Arthur Lira  (PP-AL), disse que o Orçamento da União deste ano será tratado com responsabilidade pelos parlamentares. Segundo ele, o País vive um momento econômico grave e de crise sanitária.

Lira negou informação publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo, que afirmou que  Bolsonaro  poderia viajar para fora do País, juntamente com o vice-presidente, Hamilton Mourão , para que ele (Lira) sancionasse o Orçamento.

Na ausência do presidente e do vice, o presidente da Câmara assume a Presidência da República.

A reportagem afirma que essa solução foi pensada para que resolver o impasse da sanção da lei orçamentária. O presidente Jair Bolsonaro tem até o dia 22 de abril para sancioná-la ou não.

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O texto causa polêmica devido a cortes feitos em despesas obrigatórias e é alvo de negociação entre Executivo e Legislativo.

Os cortes em despesas obrigatórias da Previdência, do auxílio-doença e do seguro-desemprego seriam para gastos com pleitos de parlamentares.

Estudos da Câmara e do Senado apresentam sugestões para ajustar Orçamento deste ano

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“O País vive um momento grave de perdas e crise sanitária. O Orçamento é crucial e será tratado por mim e pela Câmara com responsabilidade. Desminto com veemência o conteúdo desta matéria do Estadão. O cidadão merece uma apuração sem ‘disse me disse’ e calcada na verdade”, afirmou Lira por meio de suas redes sociais.

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