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CICLOFAIXA

Assembleia atende comunidade do Coxipó do Ouro com asfalto e ciclovia

A comunidade do Coxipó do Ouro recebeu 8,6 quilômetros de asfalto, na MT-402, no trecho que liga a estrada de Chapada dos Guimarães (MT-251) e 7,76 quilômetros de ciclofaixa, numa ação realizada em parceria entre a Assembleia Legislativa e Governo do Estado. Acompanhado do deputado Wilson Santos (PSDB), o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM) participou do evento e comemorou a ação que era um sonho antigo da população, que recebeu investimentos na ordem de R$ 10,5 milhões. A inauguração ocorreu no sábado (14), com a participação de ciclistas, moradores e autoridades.

“Os moradores esperavam há mais de 30 anos por esse asfalto, que tem uma ciclovia totalmente moderna. Então, é uma satisfação muito grande para nós porque esse projeto partiu da Assembleia Legislativa, bem como as condições de o governo fazê-lo. É um começo porque estamos trabalhando para levar asfalto também para as comunidades do Aguaçu, Arraial dos Freitas e Agrovila das Palmeiras. As expectativas são as melhores, pois a partir do ano que vem o governo adquire a capacidade de investimentos, fruto do trabalho da Assembleia Legislativa que melhorou e aprovou os projetos”, afirmou Botelho.

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O secretário de Estado de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, mencionou a importância da parceria que resultou na obra que promoverá o desenvolvimento, com fomento à economia local e turismo. “A Assembleia Legislativa é importantíssima em todas as obras que estamos fazendo no estado. Os deputados tiveram coragem de, no momento certo, aprovar as leis do Executivo que hoje estão gerando todos esses benefícios para Mato Grosso”, reconheceu o secretário.

Joildo Soares de Andrade, ciclista há 15 anos, comemorou a obra. “O esporte cuiabano está ganhando bastante com essa ciclovia, pois é mais um espaço para pedalarmos com segurança. A comunidade do Coxipó do Ouro também ganha porque acaba trazendo a movimentação no local, também é saúde. Acabamos de pedalar na ciclovia que ficou muito boa. Já fizemos algumas sugestões de melhorias que foram acatadas pelo secretário”, afirmou o ciclista, ao destacar que essa é a realização de um sonho antigo.

O governador Mauro Mendes (DEM), que pedalou junto com a primeira-dama, Virgínia Mendes, agradeceu a parceria com o Parlamento estadual. “Agradeço sempre a Assembleia Legislativa, o presidente Botelho, os deputados da nossa base, porque compreenderam isso e quando você toma as medidas corretas o resultado aparece. E, é isso que estamos mostrando hoje para Mato Grosso através da nossa administração, com a colaboração muito importante da Assembleia Legislativa”, destacou Mendes, ao lembrar o local onde começou a história de Cuiabá.

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 Célia Lima, moradora do Coxipó do Ouro, reforçou a importância de asfaltar a estrada da ponte de ferro, percurso mais utilizado pelos moradores por ser mais próximo de Cuiabá.

Também participaram do evento os secretários Mauro Carvalho (Casa Civil), Basílio Bezerra (Planejamento e Gestão), Gilberto Figueiredo (Saúde), Alan Porto (Educação), Jordan Espíndola (Gabinete de Governo) e o procurador-geral do Estado, Francisco Lopes.

Fonte: ALMT

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Executivo

Governo revisa estimativa de deficit, que pode chegar a R$ 844,6 bilhões em 2020

O Ministério da Economia revisou para baixo a previsão de deficit primário do governo central em 2020, de R$ 861 bilhões para R$ 844,6 bilhões. É a primeira vez no ano que o Poder Executivo reduz a estimativa de rombo nas contas públicas, afetadas pelas medidas de combate à pandemia de coronavírus. Os números foram publicados no 5º Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas.

De acordo com o documento, a diferença de R$ 16,4 bilhões se deve ao aumento da arrecadação e à redução de despesas. As principais variações nas receitas primárias ocorrem “em razão de arrecadações atípicas” observadas principalmente no Imposto de Renda Pessoa Jurídica (+ R$ 10,1 bilhões) nos meses de setembro e outubro.

Também merece destaque o aumento de R$ 4,3 bilhões na receita previdenciária. Segundo o relatório, isso é explicado “pelo aumento da estimativa da massa salarial em 2020” e pela “arrecadação em valores superiores aos previstos” devido à retomada da economia no mês de setembro. O documento destaca também uma arrecadação extra de R$ R$ 909 milhões na exploração de recursos naturais, com destaque para o petróleo (+ R$ 642 milhões).

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No lado das despesas, o Poder Executivo reduziu em R$ 9,4 bilhões os gastos com o pagamento do Bolsa Família “devido à opção dos beneficiados pelo auxílio emergencial”. O governo federal também diminuiu em R$ 2,1 bilhões os subsídios, as subvenções e os repasses ao Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). O relatório destaca também a queda de R$ 1,8 bilhão em despesas com benefícios previdenciários.

Previsão mais otimista

Embora essa tenha sido a primeira revisão na previsão do resultado primário feita pelo Ministério da Economia, a Instituição Fiscal Independente (IFI), do Senado, trabalha com um cenário um pouco mais otimista. De acordo com o último Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF), publicado em novembro, o deficit do governo central deve ficar em R$ 779,8 bilhões. Em julho, a previsão da IFI era de R$ 877,8 bilhões.

Segundo o documento, “o principal responsável pela melhora de R$ 98 bilhões na projeção é o lado da arrecadação”. O recolhimento de tributos deve crescer até o final do ano devido ao “vigor da economia no terceiro trimestre” e ao pagamento dos chamados tributos diferidos, impostos que só são pagos pelas empresas quando o lucro é creditado. “A IFI estima que serão pagos cerca de R$ 65 bilhões em tributos diferidos ainda em 2020 (de um total aproximado de R$ 88 bilhões)”, destaca o RAF.

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Apesar do cenário um pouco mais otimista do que o indicado pelo Ministério da Economia no que se refere ao resultado primário, a IFI ressalta que a dívida bruta brasileira deve encerrar 2020 em 93,1% do Produto Interno Bruto (PIB). Embora a previsão ainda esteja abaixo dos 96,1% projetados em junho, o documento destaca que a relação entre a dívida e o PIB “deve atingir 100% em 2024”. “Até lá, dificilmente serão alcançadas as condições de sustentabilidade. Seria preciso ter um superavit do setor público consolidado de 1,2% do PIB, em 2024, para que a dívida se tornasse estável”, aponta do relatório.

 

Fonte: AMM

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