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REGIONAL SORRISO

“Ainda em 2021, teremos um hospital muito maior e melhor”, afirma governador

Mauro Mendes afirmou que as obras de ampliação e modernização devem ficar prontas no primeiro semestre do próximo ano

O governador Mauro Mendes afirmou que as obras de ampliação e modernização do Hospital Regional de Sorriso devem ser concluídas até o final do primeiro semestre de 2021.

Os obras iniciaram em fevereiro deste ano, mas o hospital continua aberto atendendo a população. O investimento total da obra é de R$ 8,4 milhões.

“A pandemia acabou dificultando o resultado de todas as obras, de maneira geral, mas ainda com essa dificuldade vi as obras em ritmo razoável. Fazer uma obra com o hospital funcionando não é simples, é igual fazer uma obra em uma casa, e morando dentro dela. Se Deus quiser, ainda em 2021, teremos um hospital muito melhor e muito maior em Sorriso”, declarou o governador, em entrevista à rádio Sorriso FM.

Mauro Mendes lembrou que, ainda na campanha eleitoral de 2018, visitou o hospital e os funcionários pediram que, caso eleito, reformasse a cozinha da unidade.

“Era uma piada ter a obra de ampliação de uma cozinha começada em 2008 e nunca terminada. Uma cozinha é muito pouco. Estamos fazendo uma grande ampliação e modernização do hospital. As pessoas vão se surpreender com a qualidade da obra e com aquilo que estamos planejando na Saúde em Sorriso”, relatou.

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De acordo com o governador, a obra deverá ser concluída já no primeiro semestre de 2021. “Além da etapa da ampliação, teremos também toda a modernização do hospital, que demora um pouco mais de tempo porque o hospital não vai parar um dia sequer de atender a população que precisa”.

Também foi lembrado por Mauro Mendes que as obras de reforma e ampliação estão ocorrendo nas outras unidades regionais geridas pelo Estado.

“Estamos fazendo o mesmo em Rondonópolis, em Sinop, em Cáceres, onde já iniciamos esse processo. Em 2021, vamos iniciar em Colíder, Alta Floresta. Em Cuiabá, tínhamos um hospital que as obras estavam paradas há quase 35 anos, que é o Hospital Central. Uma vergonha. Refizemos o projeto, ampliamos e será entregue com 32 mil m², e será o maior hospital de alta complexidade do Estado de Mato Grosso. São exemplos das nossas ações para fazer a Saúde funcionar e ter uma estrutura adequada, decente para atender bem a nossa população”, completou.

As obras

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A reforma que está sendo realizada pelo Governo do Estado trará um acréscimo de mais de 2,6 mil metros quadrados ao prédio, incluindo recuperação da fachada, recepções, salas de espera, cozinha, refeitório, consultórios, enfermarias, centro cirúrgico, Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e salas de urgência e emergência.

Além disso, os trabalhos de readequação predial preveem substituição da cobertura, com a troca de todo o telhado, piso, pintura das paredes, instalações elétricas e a inclusão do Programa de Combate ao Incêndio e Pânico.

Com esse investimento, o Hospital Regional de Sorriso passará a contar com mais 38 leitos de pronto atendimento; duas salas de parto e 12 leitos para maternidade; mais uma sala de centro cirúrgico e sala de recuperação anestésica.

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Executivo

Governo revisa estimativa de deficit, que pode chegar a R$ 844,6 bilhões em 2020

O Ministério da Economia revisou para baixo a previsão de deficit primário do governo central em 2020, de R$ 861 bilhões para R$ 844,6 bilhões. É a primeira vez no ano que o Poder Executivo reduz a estimativa de rombo nas contas públicas, afetadas pelas medidas de combate à pandemia de coronavírus. Os números foram publicados no 5º Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas.

De acordo com o documento, a diferença de R$ 16,4 bilhões se deve ao aumento da arrecadação e à redução de despesas. As principais variações nas receitas primárias ocorrem “em razão de arrecadações atípicas” observadas principalmente no Imposto de Renda Pessoa Jurídica (+ R$ 10,1 bilhões) nos meses de setembro e outubro.

Também merece destaque o aumento de R$ 4,3 bilhões na receita previdenciária. Segundo o relatório, isso é explicado “pelo aumento da estimativa da massa salarial em 2020” e pela “arrecadação em valores superiores aos previstos” devido à retomada da economia no mês de setembro. O documento destaca também uma arrecadação extra de R$ R$ 909 milhões na exploração de recursos naturais, com destaque para o petróleo (+ R$ 642 milhões).

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No lado das despesas, o Poder Executivo reduziu em R$ 9,4 bilhões os gastos com o pagamento do Bolsa Família “devido à opção dos beneficiados pelo auxílio emergencial”. O governo federal também diminuiu em R$ 2,1 bilhões os subsídios, as subvenções e os repasses ao Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). O relatório destaca também a queda de R$ 1,8 bilhão em despesas com benefícios previdenciários.

Previsão mais otimista

Embora essa tenha sido a primeira revisão na previsão do resultado primário feita pelo Ministério da Economia, a Instituição Fiscal Independente (IFI), do Senado, trabalha com um cenário um pouco mais otimista. De acordo com o último Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF), publicado em novembro, o deficit do governo central deve ficar em R$ 779,8 bilhões. Em julho, a previsão da IFI era de R$ 877,8 bilhões.

Segundo o documento, “o principal responsável pela melhora de R$ 98 bilhões na projeção é o lado da arrecadação”. O recolhimento de tributos deve crescer até o final do ano devido ao “vigor da economia no terceiro trimestre” e ao pagamento dos chamados tributos diferidos, impostos que só são pagos pelas empresas quando o lucro é creditado. “A IFI estima que serão pagos cerca de R$ 65 bilhões em tributos diferidos ainda em 2020 (de um total aproximado de R$ 88 bilhões)”, destaca o RAF.

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Apesar do cenário um pouco mais otimista do que o indicado pelo Ministério da Economia no que se refere ao resultado primário, a IFI ressalta que a dívida bruta brasileira deve encerrar 2020 em 93,1% do Produto Interno Bruto (PIB). Embora a previsão ainda esteja abaixo dos 96,1% projetados em junho, o documento destaca que a relação entre a dívida e o PIB “deve atingir 100% em 2024”. “Até lá, dificilmente serão alcançadas as condições de sustentabilidade. Seria preciso ter um superavit do setor público consolidado de 1,2% do PIB, em 2024, para que a dívida se tornasse estável”, aponta do relatório.

 

Fonte: AMM

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