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PLOA 2022

Sefaz apresenta Lei Orçamentária Anual 2022 em audiência pública da AL

Da Redação com Assessoria

A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) participou, na tarde desta terça-feira (09.11), da segunda audiência pública para apresentar e discutir o Projeto de Lei de Orçamento Anual (PLOA) para o ano de 2022. O orçamento estimado para o próximo ano é de R$ 28,585 bilhões.  O evento foi realizado de forma remota e transmitido ao vivo pelos canais da TV Assembleia.

Nesta segunda audiência foram apresentadas pela Sefaz a evolução das contas públicas de 2008 a 2022, a estimativa das receitas e despesas do próximo ano, os investimentos previstos nas áreas prioritárias como educação, saúde, segurança pública e infraestrutura e a retomada da política de Revisão Geral Anual (RGA) para 2022.

Segundo dados econômicos disponibilizados pela Sefaz, a previsão de investimentos para 2022 é de cerca de R$ 3,300 bilhões. Desse montante, R$ 2,900 bilhões são de recursos próprios do Governo do Estado, ou seja, não provenientes de empréstimos e recursos da União.

Conforme o secretário adjunto de Orçamento Estadual da Sefaz, Ricardo Capistrano, a população será beneficiada com vários serviços e obras no próximo ano.

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“O projeto prevê construção de escolas, hospitais, rodovias, finalização do Hospital Central e escolas técnicas, manutenção de programas sociais, como ‘Ser Família’, reformas de escolas e obras civis em vários municípios mato-grossenses”, afirmou Capistrano.

O evento conduzido pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), teve a participação também da Procuradoria Geral de Justiça, Defensoria Pública, Associação Mato-grossense dos Municípios e Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso.

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ECONOMIA

China deve enfrentar desabastecimento quando voltar a comprar do Brasil

Canal Rural

O embargo chinês à carne brasileira completa três meses nesta sexta-feira (3), causando efeitos em toda a cadeia.

A própria China deve enfrentar desabastecimento quando voltar a comprar, com menos animais confinados e queda nos abates, a oferta de carne segue reduzida.

Pode faltar produto para abastecer a China, quando o país asiático voltar a comprar a carne brasileira. Analistas e o próprio setor, estimam que a normalização pode levar entre dois ou três meses.

Segundo o gerente-executivo de confinado da JBS, José Roberto Bischofe, o primeiro trimestre é um período de maior dificuldade de confinamento. “É quando acontece um delay do furo do animal do mês de setembro, outubro. A retomada começa neste momento, com boi magro entrando no cocho”, explica.

De acordo com o presidente da Associação Nacional da Pecuária Intensiva, Maurício Velloso, o Brasil caminha para um hiato de oferta. “Vai acontecer um momento entre o período que estamos vivendo hoje e o primeiro trimestre do ano que vem, em que a restrição de oferta vai ampliar. Logo não teremos animal de confinamento e nós ainda não temos o boi de pasto”, diz.

No campo

Para o pecuarista, a redução no ritmo de produção e consumo significa custo maior, com o gado ficando mais tempo no confinamento ou com um tempo ocioso maior entre um lote e outro.

O pecuarista Nelso Marcon, do interior de São Paulo, conta que tem animais que estão no semiconfinamento. “Não fechei mais animais, não comprei mais animais para engorda. Quanto mais quieto, menor o prejuízo”, conta.

Consumidor

No mercado doméstico, o preço da carne não alterou e segue em patamar elevado. “Eu estava acostumada a comprar carne para o mês, agora é no máximo 15 dias. É sempre um susto”, afirma a secretária Luciene de Carvalho Reis.

A aposentada Sueli de Jesus diz que é preciso pesquisar muito antes de comprar. “Está muito caro”, conta.

O valor da carne no ponto final da cadeia pode subir ainda mais quando a China voltar ao mercado. É que a disputa de oferta e demanda será ainda mais intensa entre consumo doméstico e internacional.

Segundo Sophia Honigmann, analista de mercado da Scot Consultoria, em dezembro e janeiro, o Brasil ainda vai ter um cenário de oferta enxuta. “É preciso ter cautela. Apenas a partir de fevereiro e março, é que o cenário pode mudar”, explica.

Ela afirma ainda que a margem da indústria está muito abaixo do que era esperado. “O consumo agora no fim do ano ainda tem um incremento por causa das festas de fim de ano, mas em janeiro, tudo depende da volta da China. Mas não esperamos quedas na ponta final da cadeia em função da oferta, que vai continuar enxuta”, complementa.

Neste embate comercial, perde a China, perde o consumidor e perde o pecuarista. Perde a pecuária brasileira.

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