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BANCO DIGITAL

Nubank vai receber R$ 2,5 bi de investimento de Warren Buffett

Nubank anunciou hoje (8) o recebimento de um aporte de US$ 500 milhões (R$ 2,5 bi) da Berkshire Hathaway, a gestora do bilionário Warren Buffett . Com isso, o banco digital brasileiro, que havia sido considerado um ” unicórnio “, ultrapassado a valorização de US$ 1 bilhão, em 2018, atinge valor de mercado de US$ 30 bilhões e, segundo a instituição, é o maior banco digital do mundo, com 40 milhões de clientes.

O raro investimento de Buffett em uma empresa brasileira mostra o bom momento da instituição. Segundo o Nubank, nos cinco primeiros meses do ano, o banco conseguiu crescer a um ritmo de 45 mil novos clientes por dia.

Dentro de sua nova estratégia de seguros, o Nubank – que também atua na Colômbia e no México – somou 100 mil apólices em três meses. O banco foi criado há oito anos.

“É incrível ver tudo o que temos sido capazes de fazer nestes oito anos de empresa. Ninguém pensava que era possível mudar o sistema financeiro, mas nós sempre estivemos convencidos de que havia espaço para ruptura e inovação e, mais importante que isso, que os clientes mereciam melhores serviços. O Nubank estabeleceu um novo paradigma no mercado, que tem obrigado todos os players a revisarem seus processos e produtos. E como costumo dizer: para nós, no Nubank, ainda é o primeiro dia. Ainda há muito a fazer”, afirma , em nota, o fundador e presidente do Nubank David Vélez.

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Criado em 2013 com um aporte de US$ 2 milhões, o crescimento do Nubank foi exponencial. Já em 2014 recebeu um novo aporte de US$ 15 milhões, em 2015 US$ 82 milhões, que foi crescendo até a chamada “série G” de levantamento de capital do banco, que com o aporte da Berkshire Hathaway, somou US$ 1,15 bilhão. O objetivo da instituição e acelerar o crescimento.

“Cerca de 50% da população da América Latina ainda não tem conta bancária. A penetração do cartão de crédito é de, em média, 21%, enquanto nos Estados Unidos este número bate 70%. Este novo financiamento vai nos ajudar a manter democratizando o acesso aos serviços financeiros em toda a região. Temos a honra de receber um investidor de classe mundial para nos apoiar nessa jornada ”, acrescentou Vélez, em nota.

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ECONOMIA

Novo Bolsa Família: governo prevê corte às Forças Armadas para bancar programa

A equipe econômica deve propor ao presidente Jair Bolsonaro cortar despesas em ministérios, inclusive nas Forças Armadas , e remanejar recursos de programas mal avaliados e considerados pouco eficientes para bancar o novo Bolsa Família .

Estão na mira iniciativas como o seguro-defeso, pago a pescadores artesanais, e isenções tributárias para alguns setores.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira, em entrevista à “SIC TV”, de Rondônia, que está “praticamente acertado” um reajuste que levaria o benefício médio do Bolsa Família, que é de R$ 190 por mês, para R$ 300 . A medida seria adotada a partir de dezembro.

A revisão do abono salarial, que chegou a ser cogitada ano passado para bancar o aumento do valor do Bolsa Família e sofreu forte resistência, não faz parte das alternativas em estudo agora, segundo técnicos a par das discussões.

O Ministério da Cidadania trabalha para que Bolsonaro anuncie o substituto do Bolsa Família ainda na primeira quinzena de julho.

A expectativa é aprovar o projeto que cria o novo programa até outubro para que entre em operação em janeiro de 2022.

Nesse intervalo, a população mais carente continuará tendo o amparo do auxílio emergencial, que deverá ser prorrogado em mais três parcelas a partir de agosto.

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Segundo fontes envolvidas nas discussões, a decisão final será do presidente, que tem uma eleição pela frente.

Caso não seja possível apontar a fonte de recursos, o governo pode enviar ao Congresso apenas as linhas gerais do novo programa até que se encontre a forma de financiamento.

No entanto, o ministro da Cidadania, João Roma, trabalha junto à equipe econômica para que se indique a verba na proposta orçamentária de 2022, que será enviada ao Congresso em agosto.

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O plano do governo conta com a aceleração do programa de vacinação contra a Covid-19 de modo a permitir a reabertura de setores prejudicados, como comércio e serviços, a partir de outubro.

O programa que está sendo formatado prevê também o pagamento de auxílio para crianças e adolescentes até 18 anos que ficaram órfãos após terem perdido os pais para a doença.

Segundo técnicos do governo, a tendência é que o Bolsa Família seja transferido para as famílias que assumirem as crianças, sem custo adicional para o governo.

A ideia é beneficiar crianças da baixa renda e inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) do Cidadania. Detalhes como valor do auxílio e quantidade de crianças beneficiadas ainda não foram fechados.

Antecipação do auxílio

Além do benefício em si para as famílias, que está na faixa de R$ 190 em média e será reajustado para R$ 250, o novo programa prevê medidas de apoio da primeira infância à inserção no mercado de trabalho.

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Entre elas, o pagamento de vouchers para cuidadores e para mães matricularem os filhos em creches privadas.

O governo pretende reajustar todos os parâmetros do programa, mas o aumento não será linear, devendo beneficiar quem ganha menos, segundo fontes a par das discussões. Em alguns casos, a alta será superior a 50%.

Além do critério de renda, o programa considera a composição familiar. A linha de extrema pobreza vai subir de R$ 89 para R$ 95 e a linha de pobreza, de R$ 178 para R$ 190.

Ontem, o Ministério da Cidadania divulgou o calendário com a antecipação da terceira parcela do auxílio emergencial. O depósito nas contas digitais será feito de 18 a 30 de junho, conforme o mês de aniversário dos trabalhadores. Já os saques e as transferências bancárias serão liberados de 1º a 19 de julho.

O valor da terceira parcela do auxílio emergencial 2021 permanece R$ 150 (para pessoas que moram sozinhas), R$ 250 (para famílias de duas ou mais pessoas) e R$ 375 (para mães chefes de famílias).

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