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PÓS-PANDEMIA

Mato Grosso regista aumento nas vendas do mercado imobiliário e Cuiabá ganha inovadores

Os números não poderiam ser melhores para a construção civil em Mato Grosso, mesmo diante da pandemia os resultados são positivos, fazendo ampliar a confiança dos investidores e consequentemente a ampliação de lançamentos do mercado imobiliário.

De acordo com o Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi-MT) os resultados do 3º trimestre de 2021 do mercado imobiliário em Cuiabá, alcançam R$1,2 bilhão em valores transacionados em mais de 3,2 mil unidades comercializadas.

O cenário faz o setor responder ainda mais com lançamentos inovadores ao mercado local, apenas o Grupo São Benedito, contribuiu com grande parte do volume comercializado em imóveis de alto padrão, apenas em 2021 lançou dois grandiosos empreendimentos, Harissa, compondo a linha de empreendimento vertical, com conceito “Casa Suspensa” instituindo o novo jeito de morar pensado pós pandemia. E inovou também com o primeiro condomínio de lazer ao lançar o Vale Gramado.

Para o diretor do Grupo Omar Maluf, a pandemia inspirou mais cuidados e maiores critérios com os lançamentos, diante da nova exigência de rotina imposta pela pandemia.

“A sensibilização é generalizada, a humanidade foi pega de surpresa com a pandemia, algo tão impactante sempre acaba impondo mudanças, é como se fosse uma lei natural. O processo de transformação se faz presente, e as empesas modernas e mais arrojadas acompanham a tendência ou necessidade de mudar também. Por isso, verticalizamos em atender o desejo das famílias redesenhando nossos projetos arquitetônicos, assim chegamos na nova roupagem em dois lançamentos que impactaram o mercado, justamente por atender o novo
normal”, define Omar Maluf.

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O novo normal em habitação para o Grupo São Benedito, são ambientes mais arejados, espaços privativos integrados e amplos e até mesmo novos elementos nos condomínios, o Harissa, por exemplo, que é edificado na Avenida Fernando Correa da Costa, no Jardim das Américas, é carregado com elementos arrojados e futuristas, entre eles, um home office com entrada independente em cada um dos apartamentos, amplamente funcional.

As varandas em grande parte da fachada também compõem essa nova roupagem de Casa Suspensa, assim como também um boulevard ampliando a mobilidade no condomínio, além da metragem mais generosa, com apartamentos à partir de 165 m², tendo ainda unidades com 497 m², sendo algumas com pé direito duplo e as duas coberturas têm piscinas e 5 suítes

Mesmo sendo considerado o mais novo conceito de moradia do Grupo em atendimento pós pandêmico, este não é o único projeto inovador.

Este espaço de novidades também é direcionado ao Vale Gramado. Com terrenos a partir de 1.500 m² na região do Distrito da Guia, com localização privilegiada para este segmento é a grande proposta para ser a segunda moradia de quem reside na área urbana, mas deseja um maior contato com a natureza, sem ter grandes deslocamentos.

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Para o também diretor do Grupo SB, Amir Maluf, os diferenciais dos empreendimentos lançados neste ano, por si dizem o quanto o setor está otimista, acreditando na retomada do crescimento deste setor.

“Cuiabá ainda mantem um déficit habitacional expressivo, principalmente para o público alto padrão, mais exigente e sedento por qualidade nas aquisições imobiliárias, para isso somos altamente responsivos, e principalmente nos antecipamos com as novas realidades e necessidades, pós pandemia. Se tornou ainda mais comum, depois desta turbulência, os desejos de ficarem mais próximos de familiares e amigos, no ambiente domiciliar, e para tanto compramos a ideia, de atender esse pedido de duas formas, com o Harissa e suas modificações ao estilo Casa Suspensa, e o Vale Gramado que eleva também a qualidade de vida com a segurança de um condomínio e o prazer de estar em meio a natureza”, define Amir Maluf.

O mercado vem respondendo que os investimentos são assertivos, dados ainda do (Secovi-MT), ainda expressam que o valor total financiado também foi o melhor para o período, do último trimestre, chegando a R$ 229 milhões, alta de 18,91% no comparativo com o mesmo trimestre de 2020. Com relação ao número de imóveis comercializados, o estudo mostrou que 2.861 são usados e 352 novos, tendo as regiões leste e a oeste como as mais procuradas.

Assessoria de Imprensa

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ECONOMIA

China deve enfrentar desabastecimento quando voltar a comprar do Brasil

Canal Rural

O embargo chinês à carne brasileira completa três meses nesta sexta-feira (3), causando efeitos em toda a cadeia.

A própria China deve enfrentar desabastecimento quando voltar a comprar, com menos animais confinados e queda nos abates, a oferta de carne segue reduzida.

Pode faltar produto para abastecer a China, quando o país asiático voltar a comprar a carne brasileira. Analistas e o próprio setor, estimam que a normalização pode levar entre dois ou três meses.

Segundo o gerente-executivo de confinado da JBS, José Roberto Bischofe, o primeiro trimestre é um período de maior dificuldade de confinamento. “É quando acontece um delay do furo do animal do mês de setembro, outubro. A retomada começa neste momento, com boi magro entrando no cocho”, explica.

De acordo com o presidente da Associação Nacional da Pecuária Intensiva, Maurício Velloso, o Brasil caminha para um hiato de oferta. “Vai acontecer um momento entre o período que estamos vivendo hoje e o primeiro trimestre do ano que vem, em que a restrição de oferta vai ampliar. Logo não teremos animal de confinamento e nós ainda não temos o boi de pasto”, diz.

No campo

Para o pecuarista, a redução no ritmo de produção e consumo significa custo maior, com o gado ficando mais tempo no confinamento ou com um tempo ocioso maior entre um lote e outro.

O pecuarista Nelso Marcon, do interior de São Paulo, conta que tem animais que estão no semiconfinamento. “Não fechei mais animais, não comprei mais animais para engorda. Quanto mais quieto, menor o prejuízo”, conta.

Consumidor

No mercado doméstico, o preço da carne não alterou e segue em patamar elevado. “Eu estava acostumada a comprar carne para o mês, agora é no máximo 15 dias. É sempre um susto”, afirma a secretária Luciene de Carvalho Reis.

A aposentada Sueli de Jesus diz que é preciso pesquisar muito antes de comprar. “Está muito caro”, conta.

O valor da carne no ponto final da cadeia pode subir ainda mais quando a China voltar ao mercado. É que a disputa de oferta e demanda será ainda mais intensa entre consumo doméstico e internacional.

Segundo Sophia Honigmann, analista de mercado da Scot Consultoria, em dezembro e janeiro, o Brasil ainda vai ter um cenário de oferta enxuta. “É preciso ter cautela. Apenas a partir de fevereiro e março, é que o cenário pode mudar”, explica.

Ela afirma ainda que a margem da indústria está muito abaixo do que era esperado. “O consumo agora no fim do ano ainda tem um incremento por causa das festas de fim de ano, mas em janeiro, tudo depende da volta da China. Mas não esperamos quedas na ponta final da cadeia em função da oferta, que vai continuar enxuta”, complementa.

Neste embate comercial, perde a China, perde o consumidor e perde o pecuarista. Perde a pecuária brasileira.

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