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EMPREENDEDORISMO

Desenvolve MT supera mil créditos concedidos a empreendedores mato-grossenses

Em sete meses, houve um aumento de mais de 250% de contratos efetivados comparado ao ano passado.

 

Da Assessoria

A Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso – Desenvolve MT comemora um novo recorde em operações de crédito em outubro. Foram 1.003 contratos, totalizando R$19.212,177,02 liberados para micro e pequenos empreendedores localizados em 93 municípios mato-grossenses em sete meses.

Um aumento de 254,56% em 2021 até o momento, o que supera o ano passado inteiro em concessão de crédito. Em 2020, foram 394 créditos liberados e 82 no ano de 2019.

São linhas destinado a financiar capital de giro e investimentos fixo que podem ser utilizadas para compra de insumos, máquinas e equipamentos, obras de construção, reformas para modernização e ampliação de empreendimentos entre outros.

A Desenvolve MT dobrou a carteira de clientes ativos nos últimos dois anos. No gráfico abaixo, demonstra a evolução da carteira em 2019, 2020 e 2021. O que evidencia o alcance do crédito por parte da sociedade beneficiada.

Um dos rostos dessa marca é o microempreendedor individual Raissyo de Almeida Diniz, proprietário do Bob Burguer VG. Em março de 2020, ele e a esposa, abriram uma hamburgueria para atendimento delivery, em Várzea Grande no bairro Canelas.

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Mal ele sabia que logo se instalaria uma pandemia e o sistema de delivery de tendência se transformou em necessidade. “ Logo que abrirmos veio a pandemia, foi o período que trabalhei muito, as pessoas não saiam de casa, vendia em média 60 lanches por dia”, conta.

Neste ano, vislumbrando um novo momento, o empreendedor saiu do aluguel e montou uma cozinha apropriada na sua própria casa. “O crédito ajudou a adequar o espaço, compramos novos equipamentos, montamos um local específico para atendimento delivery, o investimento foi muito bom”, conta Raissyo.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda, a marca alcançada pela agência de fomento do Estado nesse período mostra que o Governo do Estado estava certo em investir nessa área.

“O governador Mauro Mendes fez uma aposta certeira quando decidiu injetar recursos para alavancar a Desenvolve MT, que saiu de um quadro deficitário de recursos para um superávit de R$131,5 milhões. Hoje os pequenos empreendedores são bem assistidos e sabem que podem contar com diversas linhas de crédito a juros baixíssimos.

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O presidente da Desenvolve MT, Jair Marques, afirma que o bom desempenho em atingir o número recorde de operações liberadas é motivo de enorme satisfação de um governo de grandes entregas a população.

“O nosso agradecimento a toda equipe de governo, em especial ao Governador Mauro Mendes pela confiança e apoio. Aos colaboradores da Desenvolve MT, que tem se empenhado em ultrapassar os desafios diários em prestar um excelente atendimento a sociedade”.

Paralelamente, a Desenvolve MT tem se aproximado cada vez mais das prefeituras de Mato Grosso com visitas técnicas. Já são 45 municípios credenciados que possuem agentes locais que apresentam a instituição, as linhas de crédito para os empresários, e outras oportunidades que incluem os arranjos locais de negócios como as associações comerciais e empresariais.

Para conhecer as linhas de crédito disponíveis aos empreendedores acesse o site http://www.desenvolve.mt.gov.br/   simule o financiamento e contrate de forma online.

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ECONOMIA

China deve enfrentar desabastecimento quando voltar a comprar do Brasil

Canal Rural

O embargo chinês à carne brasileira completa três meses nesta sexta-feira (3), causando efeitos em toda a cadeia.

A própria China deve enfrentar desabastecimento quando voltar a comprar, com menos animais confinados e queda nos abates, a oferta de carne segue reduzida.

Pode faltar produto para abastecer a China, quando o país asiático voltar a comprar a carne brasileira. Analistas e o próprio setor, estimam que a normalização pode levar entre dois ou três meses.

Segundo o gerente-executivo de confinado da JBS, José Roberto Bischofe, o primeiro trimestre é um período de maior dificuldade de confinamento. “É quando acontece um delay do furo do animal do mês de setembro, outubro. A retomada começa neste momento, com boi magro entrando no cocho”, explica.

De acordo com o presidente da Associação Nacional da Pecuária Intensiva, Maurício Velloso, o Brasil caminha para um hiato de oferta. “Vai acontecer um momento entre o período que estamos vivendo hoje e o primeiro trimestre do ano que vem, em que a restrição de oferta vai ampliar. Logo não teremos animal de confinamento e nós ainda não temos o boi de pasto”, diz.

No campo

Para o pecuarista, a redução no ritmo de produção e consumo significa custo maior, com o gado ficando mais tempo no confinamento ou com um tempo ocioso maior entre um lote e outro.

O pecuarista Nelso Marcon, do interior de São Paulo, conta que tem animais que estão no semiconfinamento. “Não fechei mais animais, não comprei mais animais para engorda. Quanto mais quieto, menor o prejuízo”, conta.

Consumidor

No mercado doméstico, o preço da carne não alterou e segue em patamar elevado. “Eu estava acostumada a comprar carne para o mês, agora é no máximo 15 dias. É sempre um susto”, afirma a secretária Luciene de Carvalho Reis.

A aposentada Sueli de Jesus diz que é preciso pesquisar muito antes de comprar. “Está muito caro”, conta.

O valor da carne no ponto final da cadeia pode subir ainda mais quando a China voltar ao mercado. É que a disputa de oferta e demanda será ainda mais intensa entre consumo doméstico e internacional.

Segundo Sophia Honigmann, analista de mercado da Scot Consultoria, em dezembro e janeiro, o Brasil ainda vai ter um cenário de oferta enxuta. “É preciso ter cautela. Apenas a partir de fevereiro e março, é que o cenário pode mudar”, explica.

Ela afirma ainda que a margem da indústria está muito abaixo do que era esperado. “O consumo agora no fim do ano ainda tem um incremento por causa das festas de fim de ano, mas em janeiro, tudo depende da volta da China. Mas não esperamos quedas na ponta final da cadeia em função da oferta, que vai continuar enxuta”, complementa.

Neste embate comercial, perde a China, perde o consumidor e perde o pecuarista. Perde a pecuária brasileira.

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