Acesse outros veículos da Rede de Mídias!

Destaque

Moro dá explicações ao Senado sobre caso ‘Vaza Jato’ nesta semana

O ministro da Justiça, Sergio Moro, deve comparecer nesta 4ª feira (19.jun.2019) à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado para se explicar sobre as conversas que teve com o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato. O pedido de audiência foi feito pelo próprio Moro na 3ª feira da semana passada (11.jun). Na época em que […]

O ministro da Justiça, Sergio Moro, deve comparecer nesta 4ª feira (19.jun.2019) à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado para se explicar sobre as conversas que teve com o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato. O pedido de audiência foi feito pelo próprio Moro na 3ª feira da semana passada (11.jun).

Na época em que as mensagens foram trocadas, Moro era juiz federal. A comunicação entre membros do Poder Judiciário e do Ministérios Público e a troca de informações sobre processos é considerada ilegal pela Constituição Brasileira.

Na última 4ª feira (12.jun.2019), a Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados também aprovou 1 convite para que moro se explique na Casa. O requerimento é de autoria do vice-líder do PT, deputado Rogério Correia (MG). Como trata-se de 1 convite e não de uma convocação, o ministro da Justiça não é obrigado a comparecer.

De acordo com congressistas, Moro também deve prestar depoimento na Câmara em 26 de junho, antes do recesso parlamentar.

Leia Também:  Brasil e Argentina miram em acordo com UE

As conversas entre Moro e Dallagnol foram divulgadas pelo site The Intercept e vão do período de 2015 a 2017. Elas mostram o então juiz dando orientações sobre procedimentos da operação.

Em nota, o ministro disse que não viu “nada de mais”  no conteúdo da conversa. Moro foi defendido por Bolsonaro, pela cúpula do governo e por grupos na sociedade que apoiam a operação Lava Jato.

 

Crédito: Poder 360

Foto: Sérgio Lima

COMENTE ABAIXO:

Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Destaque

Francisco Mendes é o novo membro Comitê Disciplinar da Fifa

Francisco Mendes é filho do ministro do STF Gilmar Mendes. É a primeira vez que o Brasil tem representante no Comitê Disciplinar da Fifa.

Professor e diretor acadêmico do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), Francisco Mendes foi indicado para integrar o Comitê Disciplinar da Fifa. O prazo do mandato é de quatro anos, podendo ser renovado. É a primeira vez que o Brasil tem um representante no órgão, considerado uma das instâncias mais importantes do futebol.

Doutor pela Universidade Humboldt de Berlim, Francisco Mendes é consultor legislativo concursado do Senado Federal e foi professor voluntário de direito desportivo na UnB, onde orientou trabalhos e pesquisas sobre o tema. Ele é filho do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

A escolha de Francisco Mendes ocorreu durante o 71º Congresso do Comitê Disciplinar da Fifa, ocorrido na última sexta-feira (21/5).

 

Fair play

 

O Comitê Disciplinar da Fifa tem a finalidade de proteger a integridade do futebol e de promover o fair play. É o órgão responsável por julgar casos relacionados ao uso de doping, à manipulação de resultados e ao comportamento inadequado em estádios, como manifestações racistas ou discriminatórias.

Leia Também:  Ao vivo: Augusto Aras, indicado para PGR, é sabatinado no Senado

O órgão também tem a função de assegurar que as decisões dos outros comitês da Fifa sejam cumpridas. No ano passado, foi uma orientação do Comitê Disciplinar que determinou a perda de seis pontos do Cruzeiro na disputa da Série B do Brasileirão.

A indicação de Francisco Mendes foi comemorada por integrantes da comunidade jurídica. “É uma ótima notícia para o Brasil. Francisco é um quadro extremamente preparado e desempenhará com excelência a nova função”, disse o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz.

Para Guilherme Caputo, ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e Presidente da Academia Nacional de Direito Desportivo, “a indicação coroa uma trajetória de excelência e deve ser celebrada pela relevância que é ter um membro brasileiro no Comitê Disciplinar da Fifa”.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

vídeo publicitário

LEGISLATIVO

EXECUTIVO

JUDICIÁRIO

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA