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Inflação que salva

Por Antonie Saad Nunca fui a favor de inflação, mas no momento atual, ela passa a ser aliada dos governantes, eles deveriam congelar as despesas inclusive os salários, segurar até equilibrar o caixa dos governos. Outro absurdo, imprimir dinheiro, o momento é oportuno, o Congresso aprovaria em 15 dias, daria até para cobrir a pauta […]

Por Antonie Saad

Nunca fui a favor de inflação, mas no momento atual, ela passa a ser aliada dos governantes, eles deveriam congelar as despesas inclusive os salários, segurar até equilibrar o caixa dos governos.

Outro absurdo, imprimir dinheiro, o momento é oportuno, o Congresso aprovaria em 15 dias, daria até para cobrir a pauta bomba que o Congresso está preparando para substituir o Plano Mansueto, não existe pressão inflacionária de consumo, é uma boa hora para cobrir o rombo que está sendo instalado no caixa do governo federal, imprimiria o equivalente as reservas internacionais, que passam de 300 bilhões de dólares, assim não emitiria títulos para captar dinheiro no mercado, sendo obrigado a subir a taxa da Selic, as reservas continuariam elevadas dando segurança sem entrar em solvência internacional, se o governo vender os dólares da reserva, faria o dólar despencar, prejudicando as exportações.

É uma loucura, mas é para se pensar.

A hora é adequada para acabar com centenas de fundos nos quais existem mais 200 bilhões de reais parados, este dinheiro iria para o caixa do governo, assim ele poderia usar onde for mais necessário.

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O governo ficou negociando um ano a reforma da Previdência, para economizar 1 trilhão em 10 anos, e a pademia vai levar 1,2 trilhões em 3 meses.

Se esperar a economia se recuperar sem injetar dinheiro, vamos levar varios anos para chegar nos patamares antes da pandemia.

Não adianta dizer que estou errado, sempre pensei o contrário, mas o momento é de rever nossos pontos de vista.

* Antoine Saad é empresário.

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Francisco Mendes é o novo membro Comitê Disciplinar da Fifa

Francisco Mendes é filho do ministro do STF Gilmar Mendes. É a primeira vez que o Brasil tem representante no Comitê Disciplinar da Fifa.

Professor e diretor acadêmico do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), Francisco Mendes foi indicado para integrar o Comitê Disciplinar da Fifa. O prazo do mandato é de quatro anos, podendo ser renovado. É a primeira vez que o Brasil tem um representante no órgão, considerado uma das instâncias mais importantes do futebol.

Doutor pela Universidade Humboldt de Berlim, Francisco Mendes é consultor legislativo concursado do Senado Federal e foi professor voluntário de direito desportivo na UnB, onde orientou trabalhos e pesquisas sobre o tema. Ele é filho do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

A escolha de Francisco Mendes ocorreu durante o 71º Congresso do Comitê Disciplinar da Fifa, ocorrido na última sexta-feira (21/5).

 

Fair play

 

O Comitê Disciplinar da Fifa tem a finalidade de proteger a integridade do futebol e de promover o fair play. É o órgão responsável por julgar casos relacionados ao uso de doping, à manipulação de resultados e ao comportamento inadequado em estádios, como manifestações racistas ou discriminatórias.

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O órgão também tem a função de assegurar que as decisões dos outros comitês da Fifa sejam cumpridas. No ano passado, foi uma orientação do Comitê Disciplinar que determinou a perda de seis pontos do Cruzeiro na disputa da Série B do Brasileirão.

A indicação de Francisco Mendes foi comemorada por integrantes da comunidade jurídica. “É uma ótima notícia para o Brasil. Francisco é um quadro extremamente preparado e desempenhará com excelência a nova função”, disse o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz.

Para Guilherme Caputo, ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e Presidente da Academia Nacional de Direito Desportivo, “a indicação coroa uma trajetória de excelência e deve ser celebrada pela relevância que é ter um membro brasileiro no Comitê Disciplinar da Fifa”.

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