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Bastidores da República

OPINIÃO DO DIA

  Enaltecer figuras maternais no dia das mães tem sido ao longo dos anos uma justa homenagem, merecida e aguardada. Nada mais justo que reservar este espaço a uma figura das mais atuantes na maternidade e na política de Mato Grosso. Lucimar Campos, prefeita de Várzea Grande, detém as duas características exaltadas acima com muita […]

 

Lucimar Campos, prefeita de Várzea Grande.

Enaltecer figuras maternais no dia das mães tem sido ao longo dos anos uma justa homenagem, merecida e aguardada.
Nada mais justo que reservar este espaço a uma figura das mais atuantes na maternidade e na política de Mato Grosso.
Lucimar Campos, prefeita de Várzea Grande, detém as duas características exaltadas acima com muita propriedade e competência.
Esposa do atual Senador Jaime Campos, D. Lucimar foi protagonista do título primeira dama em mandatos diversos e notabilizou-se como uma pessoa amável, elegante, presente e dedicada às causas sociais de maneira notória.
Há de se reconhecer, que à frente da prefeitura de Várzea Grande, com sucesso administrativo reconhecido, devemos lembrar: A Alcaide tem a frente de cercar-se de excelentes colaboradores que trazem a experiência como bagagem e a auxiliam com medidas acertadas.
Sorte como aliada, não é possível deixar de reconhecer, que a Prefeita tem brilho próprio, ideias inovadoras, disposição de sobra e um amor imensurável por sua terra e comunidade.
Da elegância a simplicidade, D. Lucimar circula com desenvoltura em todos os ambientes e causa frisson com seu jeito simples e atenção a todos.
Várzea Grande, município sob sua administração, voa baixo em desenvolvimento, deixando rumores de crises e dificuldades ao largo de sua realidade.
Salários sempre em dia, projetos em franco andamento, aprovação da sociedade e desenvolvimento a olhos nus, demonstram de forma até simplória, que administração e lealdade a sua gente são ingredientes de enorme sucesso para D. Lucimar.
Vítima de um episódio familiar que abalou suas estruturas, o falecimento trágico de seu primogênito, nossa homenageada de hoje, após esta ferida incurável, dedicou-se a fazer o bem ao próximo de forma contundente e incansável, talvez essa atitude a tenha consolado e feito seguir a frente.
Figura queridíssima entre seus amigos mais próximos, respeitada pelos pares, esposa companheira e mãe exemplar, Dona Lucimar, representa o espírito do dia das mães, por isso, antecipo aqui nestas singelas linhas, a minha homenagem a mãe da política mato-grossense.
À dona Lucimar guerreira e a todas as mães deste nosso imenso Mato Grosso, os parabéns sinceros e emotivos que desejo a estas incansáveis mães, filhas e esposas razão de nossa existência.

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JPM – João Pedro Marques é advogado e jornalista, com escritórios em Brasília e Mato Grosso.

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Bastidores da República

Guedes diz que discutirá pobreza na campanha eleitoral

A ideia parece boa e já começa a ser discutida aqui em Brasília. Argumentando que a União tem R$ 4 trilhões em ativos, uma fortuna incalculável, e um povo pobre e miserável, o ministro da Economia, Paulo Guedes sugeriu nesta quarta-feira (1º) a criação de um ministério para gerir esse patrimônio. Ele propôs que os ativos federais sejam vendidos para gerar recursos contra a pobreza e disse que discutirá esses temas durante a campanha eleitoral. “Eu já falei com o presidente. Estou propondo que, para o novo governo, tem que existir o Ministério do Patrimônio da União”, afirmou.
APOSTA DE GUEDES

Guedes propõe criar 'Ministério do Patrimônio da União', para gerir estatais e outros ativos - Jornal O Globo
Para esclarecer melhor, o ministro acrescentou que o governo hoje conta com a SPU (Secretaria de Patrimônio da União), que integra a estrutura do Ministério da Economia e é responsável por administrar certos ativos, como os imóveis federais. Guedes sugeriu que a venda de ativos gere recursos a um fundo de combate à pobreza, que repassaria o dinheiro aos mais vulneráveis. “Vende alguns ativos aqui e enche o tanque do fundo. É a transformação do Estado brasileiro”, afirmou
POSSIBILIDADE

Tentando se equilibrar no mundo da política, o ex-juiz Sergio Moro e o ex-procurador da República Deltan Dallagnol podem enfrentar outro desafio: a Lei da Ficha Limpa. O primeiro artigo da legislação esclarece que juízes e promotores que renunciarem ao cargo ou se aposentarem “na pendência de processo administrativo disciplinar (PAD)” ficarão inelegíveis por oito anos. Dallagnol tem um PAD pendente e Moro, quando deixou o cargo, tinha em curso um “pedido de providências”, que não significa um PAD, mas gera dúvidas.
ESTRATÉGIA

Texto com críticas a Moro é de cientista político e não representa a opinião do New York Times - 29/11/2021 - Poder - Folha
E por falar em Sergio Moro, integrantes da campanha do ex-juiz Sergio Moro disseram em entrevista, que a estratégia no curto prazo é buscar se distanciar nas pesquisas dos candidatos da chamada terceira via para cada vez mais tentar se consolidar como o anti-Lula nas eleições de 2022.Moro deverá dizer nas conversas que terá com políticos que sua candidatura é pra valer e irá até o fim. Isso porque seus interlocutores já notaram que vem sendo levantado nos bastidores a possibilidade de ele desistir da candidatura presidencial em nome de uma composição com algum dos nomes da terceira via
ASPAS DE MOURÃO
Não demorou muito para o vice-presidente Hamilton Mourão, se manifestar. Ele afirmou nesta quarta-feira que a escolha do presidente Jair Bolsonaro pelo PL, um dos principais partidos do grupo, se deu porque o chefe do Executivo precisa de tempo de televisão e recursos para se reeleger em 2022. “O presidente tinha que escolher um partido. Escolheu um aí”, disse o general na chegada ao Palácio do Planalto. “O presidente está formando uma coalizão com vistas à eleição do ano que vem, uma eleição diferente de 2018. Ele precisa de tempo de TV e recursos”, resumiu o vice.

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DEPOIMENTO
Durante a demorada sabatina realizada no no Senado, nesta quarta-feira (1) o ex-advogado-geral da União André Mendonça, indicado por Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF), após mais de quatro meses de espera, Mendonça se declarou como “genuinamente evangélico”, mas reafirmou seu compromisso com o Estado Democrático de Direito, além de firmar o compromisso, caso se torne ministro da Corte, de respeitar as instituições democráticas e a independência e harmonia entre os Poderes.

HOMENAGEM

Senado: candidatos à presidência defendem independência institucional
A Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado aprovou, nesta terça-feira, o projeto batizado de ‘Lei Marília Mendonça’, que obriga a sinalização de torres de energia. O PL 4.009/2021, do senador Telmário Mota (Pros-RR), recebeu parecer favorável da relatora, a senadora Kátia Abreu (PP-TO), e se não houver recurso para votação em Plenário, o texto segue para análise da Câmara dos Deputados. De acordo com o projeto, devem ser sinalizadas todas as linhas de transmissão, inclusive aquelas sob concessão ou permissão de distribuição de energia elétrica. As torres devem ser pintadas com cores que possibilitem ao piloto de aeronave identificá-las apropriadamente como sinal de advertência.
MAIS CARGOS
O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou uma lei que estabelece a criação de novos cargos nos Tribunais Regionais Federais (TRFs). A medida, em vigor deste ontem, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira. O documento transforma 66 cargos de juiz federal substituto que estavam vagos em 57 cargos de juiz federal titular em 5 Cortes federais. De acordo com o texto veiculado no D.O, a mudança não gera novas despesas para a União.

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ECONOMIA

Incerteza da economia recua em novembro pelo 2º mês consecutivo - Folha PE

O faturamento real da Indústria de Transformação caiu 2% em outubro, em relação a setembro, de acordo com os Indicadores Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgados hoje (1º). Essa é a terceira queda mensal consecutiva do faturamento real, que acumula retração de 8% neste período. Com isso, o faturamento da indústria recuou ao menor valor desde junho de 2020, quando a economia e o setor produtivo ainda se recuperavam do fechamento das atividades na primeira onda de covid-19. Na comparação com outubro de 2020, o faturamento registra queda de 12,8%

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