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Bastidores da República

Decisão de Jair Bolsonaro provoca agitação no Congresso Nacional

REFORMA

É grande a movimentação no Congresso Nacional de olho numa possível criação de novos ministérios pelo presidente Jair Bolsonaro. No centro do furacão está o Centrão. O sinal amarelo foi dado após a troca no comando da Petrobras. Se Bolsonaro tomar gosto às trocas ganham corpo. De qualquer forma, deputados e senadores ligados ao governo podem estar de olho nas diretorias de empresas e estatais. O próximo alvo do presidente, ao que tudo indica, será o setor elétrico. Bolsonaro já antecipou que “irá mexer nas peças que não estão dando certo”.

SEM INTERFERÊNCIA

O presidente Jair Bolsonaro voltou a negar interferência na estatal, frisando que ninguém irá interferir na política de preço. Mas criticou o aumento do diesel. “Não consigo entender no prazo de duas semanas ter um reajuste do diesel de 15%. Não foi essa avaliação do dólar lá fora, do dólar aqui dentro, nem do preço do barril lá fora. Então, tem coisa aí que tem que ser explicada”, afirmou o presidente.

 DEJAVU

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) pode voltar a discutir na próxima quarta-feira, dia 24, como será o depoimento do presidente Jair Bolsonaro no inquérito que apura se houve interferência política indevida na Polícia Federal (PF). O caso foi pautado depois que o ministro Alexandre de Moraes pediu “urgência’ na análise pelo colegiado. Ele considerou que cabe ao plenário decidir sobre a forma do depoimento, se presencial ou por escrito. Sobre o caso, Bolsonaro demonstra que adotou outra postura ao ficar em silêncio. Já vimos esse filme, ou melhor, essa discussão.

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TODO GÁS

Avaliação inicial do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), começou bem. O parlamentar mostra liderança e domínio sobre a rotina da Casa. Ele apresentou na segunda-feira (22) um calendário de votações na Casa no primeiro trimestre. Entre as propostas a serem votadas até o fim de março estão a reforma administrativa, as propostas de emenda à Constituição (PECs) Emergencial e do Pacto Federativo e o Orçamento com a previsão de desvinculação de receitas. “O Brasil precisa de ações. E vamos avançar”, destacou Lira.

“AJUDINHA”

Para quem não acreditava mais, o governo já bateu o martelo sobre a volta do auxílio emergencial. A meta é pagar quatro parcelas de R$ 200 entre março e junho, valor que poderá subir para R$ 250 numa negociação com o Legislativo. Esse é o máximo que a equipe econômica considera viável sem agravar ainda mais as contas públicas. Pelos cálculos do governo, poderão ser beneficiadas até 40 milhões de pessoas, parte delas já inscritas no Bolsa Família. Por conta disso, o endividamento dos cofres públicos será de pelo menos R$ 30 bilhões. Uma ajuda que acaba aquecendo a economia de forma direta.

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CLOROQUINA

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma notícia-crime contra o presidente Jair Bolsonaro por ele ter incentivado a utilização da hidroxicloroquina como tratamento à covid-19, a despeito de não haver comprovação científica da eficácia do remédio contra a doença. O que já era esperado pelos críticos de plantão. A notícia-crime em questão foi apresentada ao STF pelo PDT.

 

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Bastidores da República

Bolsonaro desponta como favorito para as eleições de 2022

ELEIÇÕES 2022

O presidente da República, Jair Bolsonaro, desponta como um dos principais nomes para vencer as eleições presidenciais de 2022 e comandar o governo federal entre 2023 e 2026. Ao menos é o que aponta uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (05), a mais de um ano e seis meses do pleito, pela Paraná Pesquisas. Bolsonaro lidera com mais de 30% das intenções nos cinco cenários colocados. No primeiro, com 31,9%, ele concorre fortemente e bate o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro (sem partido), com 11,5%, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), com 10,5%, e o ex-deputado federal Ciro Gomes (PSD), com 10%. Acima de qualquer outro candidato estão os que votariam em nenhum dos citados, em branco ou nulo, que representam 12,5%.

ELEIÇÕES 2022 (2)

No segundo cenário, mesmo sem a presença do apresentador de TV Luciano Huck (sem partido), o “top 5” se mantém, com Bolsonaro liderando 33,9% das intenções. O presidente é seguido por quem votaria em branco, nulo ou ninguém (13,7%), Moro (12,3%), Haddad (11,8%) e Ciro (10,7%). Em outro cenário, com a entrada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no lugar de Haddad na disputa, mesmo assim, Bolsonaro lidera, com 32,2%, seguido de Lula (18%), branco, nulo ou nenhum (12%), Moro (11,6%) e Ciro (8,7%). Todos os cenários se basearam em um possível primeiro turno das eleições gerais de 2022 e foram estimuladas.

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NA PRESSÃO

Por meio de portaria publicada nesta sexta-feira, o presidente Jair Bolsonaro suspendeu a Lei Rouanet para cidades que adotarem lockdown. O texto define que “só serão analisadas propostas culturais” cujo local de execução não esteja entre as cidades e municípios com medidas de restrição de circulação, como toque de recolher e lockdown. O ato é visto como um ataque do presidente Jair Bolsonaro, que está descontente com as medidas de restrição tomadas para frear o aumento dos casos de covid-19 pelo país. A decisão serviu para acirrar os ânimos entre Bolsonaro e governadores, além de artistas é claro!

REAÇÃO

Uma das mais populares participantes desta edição do BBB, Sarah Andrade, representante de Brasília na casa, perdeu muita popularidade nesta sexta-feira após internautas divulgarem uma fala dela em que assume gostar do presidente da República Jair Bolsonaro. Famosos vieram a público nas redes sociais para criticar a sister e anunciar que não torceriam mais para ela. A afirmação foi o suficiente para diminuir a popularidade da brasiliense entre artistas e produtores culturais. Nomes como Fernanda Paes Leme, Marcelo Adnet e Bruno Gagliasso postaram críticas e piadas sobre o fato da confinada falar em rede nacional que gosta de Bolsonaro. Será que fizeram certo? Gosto e admiração não se discute, né?

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ROEU A CORDA

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), não aguentou as pressão e liberou do lockdown as atividades educacionais presenciais em todas as creches, escolas, universidades e faculdades, da rede de ensino privada e as academias de esporte de todas as modalidades, porém, com restrição a qualquer tipo de aula coletiva. Os locais autorizados a funcionar precisam seguir todos os protocolos e medidas de segurança recomendados pelas autoridades sanitárias. A suspensão das atividades presenciais estava em vigor desde 28 de fevereiro, quando o governo local adotou o lockdown como medida para conter o avanço do novo coronavírus na capital federal.

DONO DA CANETA

O presidente Jair Bolsonaro voltou a demonstrar que quem manda é ele. Mesmo com apelo de aliados e funcionários do Banco do Brasil, Bolsonaro está mesmo disposto a trocar o presidente do BB, André Brandão. O presidente já disse que quer nomear alguém com experiência no setor financeiro. E um dos nomes que começa a se destacar nessa corrida é o do presidente da Caixa Seguridade, João Eduardo Dacache. O executivo foi indicado pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães, por quem Bolsonaro tem grande apreço, e já passou pelo crivo do ministro da Economia, Paulo Guedes.

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