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DIA DO ENGENHEIRO AGRÔNOMO

União, profissão e fé: esses são os significados do dia 12 de outubro para o casal de agrônomos Márcio e Rita Goussain

“Nos conhecemos na faculdade, estudamos juntos, viemos para o Mato Grosso e constituímos nossa família. De fato a Agronomia nos uniu”, disse com olhar de alegria a Profª. Drª. em Agronomia, Rita de Cássia Goussain.

 

Da Redação RDM

Para alguns pode parecer um conto de fadas. Para outros, um mero caso do destino. Mas para o casal Rita de Cássia Santos Goussain e Márcio Marcos Goussain, mais conhecido como “Manga”, o ano de 1994 na Universidade Federal de Lavras em Minas Gerais, era apenas o início de uma história de amor e profissional.

Os dois se formaram na mesma turma, fizeram mestrado e doutorado, saíram de Minas para a cidade de Rondonópolis, e juntos iniciaram uma trajetória de sucesso e muito trabalho. Casados há 17 anos e juntos há 26 anos, tiveram três filhos. E como conciliar tudo isso?

Rita de Cássia (Foto à esq.) conta que nunca foi muito fácil, mas tudo o que eles vivem era o que eles sempre sonharam, tanto profissionalmente, quanto na vida familiar. “Eu sempre quis ter filhos e o ‘Manga’ também. Primeiro nos estruturamos em nossa profissão, para que pudéssemos dar tranquilidade a nossos filhos”, conta ‘Ritinha’, como é carinhosamente chamada por todos que a conhece.

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A decisão de se tornar agrônomo veio da infância, contou Márcio. “Desde criança, sempre gostei de mexer com a terra e plantar. Sobre a minha companheira de profissão, minha esposa (risos), ela teve sorte de me conhecer”, brincou o agrônomo.

Márcio iniciou a carreira profissional em multinacionais. Rita começou em Rondonópolis logo que chegaram como professora universitária. Posteriormente mudaram para a cidade de Campo Verde, onde Rita ingressou no quadro de professores do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT).

“Tive nossos três filhos em Campo Verde. Passaram-se alguns anos, com a ausência do Manga em casa, porque a profissão exige muitas viagens, surgiu a ideia do projeto de consultoria agronômica, e poucos anos depois, nasceu a área experimental Assist Consultoria, onde contamos com parceiros”, explicou Rita.

De acordo com o engenheiro agrônomo, a profissão está cada vez mais engajada. “MT é um celeiro de oportunidade para a agronomia. Não vejo restrição de idade, vai muito do profissional, nós trabalhamos com estagiários que estavam fora do mercado de trabalho, ficaram conosco por um tempo se adequaram ao mercado e conseguiram retomar as atividades. Não existe restrições quanto à idade, é preciso ter vontade, foco, objetivo e meta, como tudo o que queremos conquistar na vida”, alertou Manga.

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A engenheira diz que conciliar tudo não é fácil. “Dar atenção as crianças e ao mesmo tempo nos dedicar a profissão é cansativo, porém, quando chega a noite, que podemos olhar tudo o que fizemos durante o dia, é muito prazeroso, nos dá animo para o dia seguinte”, afirmou.

Para o casal, o dia 12 de Outubro tem “N” motivos para ser comemorado. “Ah! Para nós é um dia completo, comemoramos nossa profissão que amamos junto com nossos três filhos, motivadores de tudo o que fazemos, e claro, também é o ‘Dia de Nossa Senhora’. Somos devotos e temos muitas graças recebidas por intermédio Dela, todos os anos vamos até o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em forma de gratidão”, compartilhou o casal.

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AGRO

Vazio sanitário da soja 2021: Indea fiscalizou mais de 6 mil propriedades rurais em MT

Da Redação

 

O Instituto de Defesa Agropecuária do Mato Grosso (Indea-MT) realizou 6.398 fiscalizações em propriedades, durante o vazio sanitário da soja. A ação alcançou 121 municípios do Estado.

Nesse período, foram emitidas 166 notificações quanto à obrigatoriedade da destruição das plantas de soja e expedidos 74 autos de infração por descumprimento do vazio sanitário (período em que é proibida a presença de plantas vivas de soja nas lavouras).

O vazio sanitário da soja foi instituído em Mato Grosso no ano de 2006, como uma medida fitossanitária para a prevenção da ferrugem asiática da soja, cujo objetivo é reduzir a sobrevivência do fungo Phakopsora pachyrhizi na entressafra e, assim evitar a ocorrência da doença na safra.

A ferrugem asiática da soja é uma das principais doenças que acomete a cultura, causando desfolha precoce da planta, impedindo a completa formação dos grãos e a consequente queda de produtividade.

O vazio sanitário da soja ocorreu de 15 de junho a 15 de setembro.

Gestão sanitária

Em 2021 houve aumento de 48% no volume de fiscalizações em comparação ao ano passado. Bem como, foi registrado crescimento de mais de 230% no número de autuações.

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Além das inspeções, nesse ano, os servidores do Indea-MT realizaram coletas de folhas em áreas onde foram constatadas plantas vivas de soja durante o vazio. O material genético foi levado para diagnóstico fitossanitário no Laboratório de Sanidade Vegetal do Instituto e dos exemplares recolhidos, 54% estavam infectadas pela ferrugem asiática.

De acordo com o diretor técnico do Indea-MT, Renan Tomazele, a confirmação de ocorrência da doença reforça a importância de os produtores cumprirem as medidas fitossanitárias estabelecidas. “Trabalhamos visando a prevenção da doença e a manutenção sustentável da cultura da soja no Estado, mas contamos com os produtores para que a ação seja concluída com sucesso”, ressalta.

Produção

A soja, principal commodity do país, chegou à produção de 121,8 milhões de toneladas, aumento de 6,5% frente à safra anterior e gerou um valor bruto de R$ 169,1 bilhões. Isso representa um crescimento de 35% em relação ao valor obtido em 2019. A oleaginosa passou a responder por 57,2% do valor da produção total dos grãos. Em 2020, o grupo de cereais, leguminosas e oleaginosas alcançou o segundo recorde consecutivo em quantidade produzida.

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Mato Grosso é o maior produtor de soja do país. A oleaginosa ocupa uma área de quase 10 milhões de hectares no Estado, distribuídos em mais de onze mil unidades de produção.

 

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