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Anec estima exportação de 2,6 milhões de T de soja e até 3 milhões de T de milho em 2021

Money Times

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) informou que, em novembro, deve ser embarcado para o exterior um total de 2,6 milhões de toneladas de soja em grão, além de 1,360 milhão de toneladas de farelo e um volume entre 2,5 milhões de toneladas e 3 milhões de toneladas de milho.

O cálculo da Anec considera que, na semana de 14 a 20 de novembro, saíram do País 402,345 mil toneladas de soja em grão, 704,658 mil t de milho e 294,473 mil t de farelo de soja.

Para a semana de 21 a 27 deste mês estão previstos embarques de 869,773 mil t de soja em grão, 678,358 mil t de milho e 569,186 mil t de farelo de soja. A projeção leva em conta a programação agendada nos portos.

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IPEA prevê cenário positivo para a produção agrícola em 2022

Da Redação com Assessoria AMM

A análise do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgada ontem (1º), mostra cenários positivos para a safra de grãos em 2022. “Os dois principais grãos, soja e milho, contarão com estimativa de produção positiva, o que pode contribuir para uma maior oferta no mercado doméstico”, analise Ana Cecília Kreter, pesquisadora associada do Ipea.

O estudo do Ipea contou com a participação de técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP).

“A perspectiva é de safra recorde para a soja (+3,4%), recuperação e expectativa de recorde na produção de milho (+34,1%) – prejudicada pela seca e geadas em 2021”, explica o superintendente de Inteligência e Gestão da Oferta da Conab, Allan Silveira, que participou da pesquisa junto com economistas do Ipea.

Segundo o boletim econômico, o terceiro trimestre deste ano mostrou uma estabilidade “em patamares elevados” para os preços domésticos, na comparação com o trimestre anterior. Destaque para a soja, que teve alta causada pelos baixos estoques e demanda aquecida. E do milho, que teve alta justificada pelas preocupações com o clima, a boa demanda doméstica e a elevada paridade de importação.

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