Em xeque

Revelado por A Gazeta no ultimo sábado (13), o relatório da Polícia Federal que informa o destino incerto e não sabido das tais 36 notas promissórias assinadas pelo ex-governador Silval Barbosa, coloca muita coisa em xeque. Os documentos seriam provas materiais mais robustas do inquérito que investiga se Sival pagou R$ 53 milhões em propinas para os conselheiros do Tribunal de Contas. Já são 2 anos de afastamento dos cargos e, até agora, nenhum elemento de relevância foi divulgado, para corroborar a acusação. Com isso, as defesas de conselheiros esfregam as mãos. Será questão de tempo o retorno aos cargos?

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